Mostrando postagens com marcador Mercedes Sosa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mercedes Sosa. Mostrar todas as postagens

domingo, 24 de março de 2024

La Negra, Yo no canto por cantar

Mercedes Sosa


Concerto histórico de Mercedes Sosa na Ópera de Buenos Aires, em Buenos Aires, entre 21 e 22 de dezembro de 1995, com canções que abrangem o período de 1969 a 1994.





00:00 Sube, sube, sube (Víctor Heredia) 
04:23 Piedra y camino (Atahualpa Yupanqui)
07:58 Chacarera de las piedras (Atahualpa Yupanqui)
09:50 Canción de amor para mi patria (Alberto Cortez)
14:05 Años (Pablo Milanés) 
17:47 Vuelvo al sur (Pino Solanas- Astor Piazzolla)
21:29 Como dos extraños (José María Contursi-Pedro Laurenz)
27:03 El otro país (Teresa Parodi) 
30:52 Gracias a la vida (Violeta Parra)
35:57 La maza (Silvio Rodríguez) 
39:37 Volver a los 17 (Violeta Parra)
44:02 Canción y Huayno (Orlando Rojas-Mauro Núñez)
46:43 De mi (Charly García) 
49:23 Oh melancolía (Silvio Rodríguez)
53:57 Fragilidad (Sting) 
57:22 La arenosa (Manuel José Castilla-Gustavo Leguizamón)
1:00:14 El violín de Becho (Alfredo Zitarrosa)
1:03:40 Regreso a la tonada (Armando Tejada Gómez-Tito Francia)
1:07:30 Razón de vivir (Víctor Heredia) 
1:11:47 El puente de los suspiros (Chabuca Granda)
1:14:50 La última curda (Cátulo Castillo-Anibal Troilo)
1:18:59 Zamba a monteros (Chango Nieto-Pedro Favini) 1:22:17 El amor después del amor (Fito Paéz)
1:26:04 Todo Cambia (Julio Numhauser) / Maria Maria (Milton Nascimento-Fernando Brant)
1:31:56 Canción con todos (Armando Tejada Gomez-Cesar Isella) / María María (Milton Nascimento-Fernando Brant)


Joan Baez & Mercedes Sosa, "Gracias A La Vida"





Mercedes Sosa - Sólo Le Pido a Dios (con León Gieco)





Eu Só Peço a Deus
Solo Le Pido a Dios

Eu só peço a Deus
Solo le pido a Dios
Que a dor não me seja indiferente
Que el dolor no me sea indiferente
Que a morte seca não me encontre
Que la reseca muerte no me encuentre
Vazia e sozinha, sem ter feito o suficiente
Vacía y sola, sin haber hecho lo suficiente

Eu só peço a Deus
Solo le pido a Dios
Que o injusto não me seja indiferente
Que lo injusto no me sea indiferente
Que não me esbofeteiem a outra face
Que no me abofeteen la otra mejilla
Depois que uma garra arranhou minha sorte
Después que una garra me arañó esta suerte

Eu só peço a Deus
Solo le pido a Dios
Que a guerra não me seja indiferente
Que la guerra no me sea indiferente
É um monstro grande e pisa forte
Es un monstruo grande y pisa fuerte
Toda a pobre inocência da gente
Toda la pobre inocencia de la gente
É um monstro grande e pisa forte
Es un monstruo grande y pisa fuerte
Toda a pobre inocência da gente
Toda la pobre inocencia de la gente

Eu só peço a Deus
Solo le pido a Dios
Que o engano não me seja indiferente
Que el engaño no me sea indiferente
Se um traidor pode mais que uns muitos
Si un traidor puede más que unos cuantos
Que esses muitos não o esqueçam facilmente
Que esos cuantos no lo olviden fácilmente

Eu só peço a Deus
Solo le pido a Dios
Que o futuro não me seja indiferente
Que el futuro no me sea indiferente
Desenganado é aquele que precisa ir embora
Desahuciado está el que tiene que marchar
Para viver uma cultura diferente
A vivir una cultura diferente

Eu só peço a Deus
Solo le pido a Dios
Que a guerra não me seja indiferente
Que la guerra no me sea indiferente
É um monstro grande e pisa forte
Es un monstruo grande y pisa fuerte
Toda a pobre inocência desta gente
Toda la pobre inocencia de la gente
É um monstro grande e pisa forte
Es un monstruo grande y pisa fuerte
Toda a pobre inocência desta gente
Toda la pobre inocencia de la gente


El tiempo pasa (letra)... nos vamos poniendo viejos... Años...
Mercedes Sosa




El Tiempo Passa

O Tempo Passa

El tiempo pasaO tempo passaNos vamos poniendo viejosNós vamos ficando velhosYo el amorHoje o amorNo lo reflejo como ayerNão reflete como ontemEn cada conversaciónEm cada conversaCada beso cada abrazoCada beijo cada abraçoSe impone siempre un pedazoSe impõem sempre um bocadoDe razónDe razãoVamos viviendoVamos vivendoViendo las horasVendo as horasQue van pasandoQue vão passandoLas viejas discusionesAs velhas discussõesSe van perdiendoVão-se perdendoEntre las razonesEntre as razõesPorque años atrásPorque anos atrásTomar tu manoSegurar sua mãoRobarte un besoRoubar-te um beijoSin forzar el momentoSem forçar o momentoHacía parte de una verdadFazia parte de uma verdadePorque el tiempo pasaPorque o tempo passaNos vamos poniendo viejosNós vamos ficando velhosYo el amorHoje o amorNo lo reflejo como ayerNão reflete como ontemEn cada conversaciónEm cada conversaCada beso cada abrazoCada beijo cada abraçoSe impone siempre un pedazoSe impõem sempre um bocadoDe razónDe razãoA todo dices que síA tudo dizes que simA nada digo que noA nada digo que nãoPara poder construirPara poder construirEsta tremenda armoníaEsta tremenda harmoniaQue pone viejo los corazonesQue deixam velhos os coraçõesPorque el tiempo pasaPorque o tempo passaNos vamos poniendo viejosNós vamos ficando velhosYo el amorHoje o amorNo lo reflejo como ayerNão reflete como ontemEn cada conversaciónEm cada conversaCada beso cada abrazoCada beijo cada abraçoSe impone siempre un pedazoSe impõem sempre um bocadoDe temorDe receio

Composição: Pablo Milanés


- Volver a los 17
Mercedes Sosa, 
Chico Buarque, Caetano Veloso, 
Milton Nascimento e Gal Costa 





Mercedes Sosa 
- Acústico en Suiza 1980
Apresentação de Mercedes Sosa em Lugano, Suíça (1980)

A voz da música latino-americana. Talvez essa seja a melhor definição para Mercedes Sosa, cantora, que, em mais de quarenta anos de carreira, percorreu todos os países do continente. Ela deixou a Argentina para revolucionar a música popular com o movimento Canção Nova. Unindo a política e a musicalidade dos ritmos folclóricos da América Latina. Muitas vezes comparada à cantora folk Joan Baez, ícone cultural dos Estados Unidos. Neste show acústico inédito realizado na Suíça interpreta canções de autores famosos como Víctor Jara e Violeta Parra, autores de obras-primas como Gracias a la vida e Duerme negrito, que na voz de Mercedes Sosa ganham uma atuação inesquecível.

Guitarra: Nicolás Brizuela




00:00 | Entrevista
05:43 | Piedra y camino (Atahualpa Yupanqui)
10:14 | Chacarera de las piedras (Atahualpa Yupanqui)
13:04 | Guitarra dímelo tú (Atahualpa Yupanqui)
17:08 | Duerme negrito (Atahualpa Yupanqui)
19:56 | Ay este azul (Pancho Cabral)
23:32 | Gracias a la vida (Violeta Parra)
28:44 | Canción de las simples cosas (Tejada Gómez - César Isella)
32:50 | Antiguo dueño de las flechas (Félix Luna - Ariel Ramírez)
38:06 | Como la cigarra (María Elena Walsh)
41:00 | Serenata para la tierra de uno (María Elena Walsh)
44:22 | A Víctor (Otilio Galíndez - Roberto Todd)
47:49 | Canción con todos (Tejada Gómez - César Isella)

Remasterización de audio: Nicolás Césare
Remasterización de video: Edgardo Andrés Kevorkian


Mercedes Sosa, crónicas de una voz que conquisto al mundo // Biografia




quarta-feira, 1 de abril de 2020

Honrar la Vida

Mercedes Sosa, La Negra





Não! Permanecer e transcorrer
Não é perdurar, não é existir
Nem honrar a vida!
Há tantas maneiras de não ser
Tanta consciência sem saber
Adormecida
Merecer a vida, não é calar e consentir
Tantas injustiças repetidas
Não! Permanecer e transcorrer
Nem sempre quer sugerir
Honrar a vida!











No! Permanecer y transcurrir
No es es perdurar, no es existir
Ni honrar la vida!

Hay tantas maneras de no ser
Tanta conciencia sin saber
Adormecida

Merecer la vida, no es callar y consentir
Tantas injusticias repetidas
Es una virtud, es dignidad
Y es la actitud de identidad
Más difinida!

Eso de durar y transcurrir
No nos dá derecho a presumir
Porque no es lo mismo que vivir
Honrar la vida!

No! Permanecer y transcurrir
No siempre quiere sugerir
Honrar la vida!

Hay tanta pequeña vanidad
En nuestra tonta humanidad
Enceguecida

Merecer la vida es erguirse vertical
Más allá del mal, de las caídas
Es igual que darle a la verdad
Y a nuestra propia libertad
La bienvenida!

Eso de durar y transcurrir
No nos da derecho a presumir
Porque no es lo mismo que vivir
Honrar la vida!


Composição: Eladia Blázquez



Este video fue realizado a partir de los siguientes videos de presentaciones en vivo de Mercedes:

-Concierto "30 Años" realizado en el Estadio Luna Park el 3 de Diciembre de 1993 (Buenos Aires) 
-Concierto "De Mí" realizado en el Estadio Ferro el 20 de Diciembre de 1991 (Buenos Aires) 
-Concierto en España. Los mismos fueron sincronizados con el audio de la canción "Honrar la vida " que aparece en el álbum "Sino" (1993).

Letra: Eladia Blázquez 
Edición y sincronización por Matías Jiménez.





Mercedes Sosa en Viña 1993






Bom dia, Mercedes - Volver a los 17

quarta-feira, 27 de março de 2019

Bom dia, Mercedes - Volver a los 17

Volver a los 17


Mercedes Sosa, Chico Buarque, Caetano Veloso, Milton Nascimento e Gal Costa



O CORO

"Desgraça! Desgraça! estamos sós - a Peste e nós. A última porta fechou-se! Não estamos ouvindo mais nada. O mar, de agora em diante, está por demais longínquo. Agora, estamos dentro da dor e teremos de rodar em torno desta cidade, sem árvores e sem águas, fechada por altas portas lisas, coroada por multidões ululantes... não merecemos esta prisão! Nossos corações não eram inocentes, mas nós amávamos o mundo e seus verões - e isto nos deveria ter salvo!... Mas por uma vez ainda, pela última vez, antes que nossas bocas se fechem sob a mordaça do terror, gritaremos no deserto!"

Albert Camus, Estado de Sítio, 1948.











Voltar aos 17 depois de viver um século
É como decifrar sinais sem ser sábio competente
Voltar a ser de repente tão frágil como um segundo
Voltar a sentir profundo como um menino diante de Deus
Isso é o que sinto neste instante fecundo


Vai se envolvendo, envolvendo
Como no muro a hera
E vai brotando, brotando
Como o musgo na pedra
Como o musgo na pedra, ai sim, sim, sim.


Meu passo retrocede quando o de vocês avança
O arco das alianças penetrou em meu ninho
Com todo seu colorido passeou por minhas veias
E até a dura corrente com a qual nos prende o destino
É como um diamante fino que ilumina minha alma serena


Vai se envolvendo, envolvendo
Como no muro a hera
E vai brotando, brotando
Como o musgo na pedra
Como o musgo na pedra, ai sim, sim, sim.


O que pode o sentimento não o pode o saber
Nem o mais claro proceder, nem o maior dos pensamentos
Tudo o muda num momento qual mago condescendente
Nos afasta docemente de rancores e violências
Só o amor com sua ciência nos torna tão inocentes


Vai se envolvendo, envolvendo
Como no muro a hera
E vai brotando, brotando
Como o musgo na pedra
Como o musgo na pedra, ai sim, sim, sim.


O amor é um turbilhão de pureza original
Até o feroz animal sussurra seu doce som
Detém os peregrinos, liberta os prisioneiros
O amor com seus esforços ao velho o torna criança
E ao mal só o carinho o torna puro e sincero


Vai se envolvendo, envolvendo
Como no muro a hera
E vai brotando, brotando
Como o musgo na pedra
Como o musgo na pedra, ai sim, sim, sim.


De par em par a janela se abriu como por encanto
Entrou o amor com seu manto como uma fraca manhã
Ao som de sua bela Diana fez brotar o jasmim
Voando qual serafim ao céu lhe pôs brincos
Meus anos em dezessete os converteu o querubim


Composição: Violeta Parra




segunda-feira, 4 de março de 2019

voltando a escutar Mercedes Sosa!

Mercedes Sosa 
- solo le pido a dios





sólo le pido a Dios

precisamos voltar até Mercedes!
ensinando o caminho
aos nossos jovens
velhos e doentes 

indiferentes,
precisamos dela em nossas vidas
um cotidiano de abusos tolerados
chega de enganos, traições
ódios, guerras 

e monstros

sólo le pido a Dios

precisamos de sonhos 
e menos espelhos,
mais do amor das flores
o destino com risos e cantos
nas ruas, nas praças, nos charcos
em nossos jardins,
nas cidades,
em nossas escolas!


sólo le pido a Dios

precisamos das palavras 
Mulher 
 Mãe 
  Amiga 
       Irmã 
   Alma
 Carne
e Luz 

iluminando a alma que estou amando:
                    a vida
mesmo a marcha de meus pés cansados...
com eles andei cidades e charcos,
praias e desertos, montanhas e planícies
até a casa sua, sua rua e seu pátio


sólo le pido a Dios

que não tenhamos perdido a paixão pelas pessoas
enquanto lutamos por dinheiro






Mercedes e Leon





Mercedes e Beth Carvalho






U2 e Leon 






Sólo le pido a Dios
que el dolor no me sea indiferente
que la reseca muerte no me encuentre
vacío y solo sin haber hecho lo suficiente.

Sólo le pido a Dios
que lo injusto no me sea indiferente
que no me abofeteen la otra mejilla
después que una garra me arañó esta suerte.

Sólo le pido a Dios
que la guerra no me sea indiferente
es un monstruo grande y pisa fuerte
toda la pobre inocencia de la gente
es un monstruo grande y pisa fuerte
toda la pobre inocencia de la gente

Sólo le pido a Dios
que el engaño no me sea indiferente
si un traidor puede más que unos cuantos
que esos cuantos no lo olviden fácilmente.

Sólo le pido a Dios
que el futuro no me sea indiferente
desahuciado está el que tiene que marchar
a vivir una cultura diferente.

Sólo le pido a Dios
que la guerra no me sea indiferente
es un monstruo grande y pisa fuerte
toda la pobre inocencia de la gente



Compositores: Leon Gieco

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

precisamos voltar a escutar Mercedes Sosa!

Mercedes Sosa 
- Todavía cantamos






precisamos voltar até Mercedes Sosa!
precisamos ensinar o caminho até ela
para nossos jovens
precisamos dela em nossas vidas,
no cotidiano de ódio que temos
precisamos de sonhos que não se reflitam em espelhos
vamos ensinar o amor das flores
que perseguem o seu destino com risos e cantos
precisamos dela em nossos jardins
em nossas escolas!
precisamos das palavras Mulher Mãe Amiga Irmã Mulher
e Luz iluminando a alma que estou amando:


a vida

mesmo com a marcha de meus pés cansados...
com eles andei cidades e charcos,
praias e desertos, montanhas e planícies
até a casa sua, sua rua e seu pátio











Todavía cantamos
Victor Heredia


Todavía cantamos, todavía pedimos,
todavía soñamos, todavía esperamos,
a pesar de los golpes
que asestó en nuestras vidas
el ingenio del odio
desterrando al olvido
a nuestros seres queridos.


Todavía cantamos, todavía pedimos,
todavía soñamos, todavía esperamos;
que nos digan adónde
han escondido las flores
que aromaron las calles
persiguiendo un destino
¿Dónde, dónde se han ido?


Todavía cantamos, todavía pedimos,
todavía soñamos, todavía esperamos;
que nos den la esperanza
de saber que es posible
que el jardín se ilumine
con las risas y el canto
de los que amamos tanto.


Todavía cantamos, todavía pedimos,
todavía soñamos, todavía esperamos;
por un día distinto
sin apremios ni ayuno
sin temor y sin llanto,
porque vuelvan al nido
nuestros seres queridos.


Todavía cantamos, todavía pedimos,
Todavía soñamos, todavía esperamos...



Composição: Victor Heredia




Ainda Cantamos

Ainda cantamos, ainda pedimos
Ainda sonhamos, ainda esperamos
Apesar dos golpes desferidos em nossas vidas ingênuas de ódio
Abandonando nossos entes queridos esquecidos

Ainda cantamos, ainda pedimos
Ainda sonhamos, ainda esperamos
Para nos dizer onde escondeu as flores aromaram as ruas
Perseguindo um alvo onde, onde estão eles foram?

Ainda cantamos, ainda pedimos
Ainda sonhamos, ainda esperamos
Dê-nos a esperança de saber que é possível
Que o jardim é iluminado com o riso e o canto daqueles que amamos tanto

Ainda cantamos, ainda pedimos
Ainda sonhamos, ainda esperamos
Para um dia diferente, sem restrições ou jejum, sem medo ou lágrimas
De volta ao ninho porque nossos entes queridos

Ainda cantamos, ainda pedimos
Ainda sonhamos, ainda esperamos









Graças À Vida

Graças à vida que me deu tanto
Me deu dois olhos que quando os abro
Distinguo perfeitamente o preto do branco
E no alto céu seu fundo estrelado
E nas multidões o homem que eu amo

Graças à vida que me deu tanto
Me deu o som do alfabeto
E com ele as palavras que eu penso e declaro
Mãe amigo irmão
E luz iluminando, a ruta da alma de quem estou amando

Graças à vida que me deu tanto
Me deu a marcha meus pés cansados
Com eles andei cidades e charcos
Praias e desertos, montanhas e planícies
E a casa sua, sua rua e seu pátio

Graças à vida que me deu tanto
Me deu o coração, que agita seu marco
Quando olho o fruto do cérebro humano
Quando olho o bom tão longe do mal
Quando olho o fundo de seus olhos claros

Graças à vida que me deu tanto
Me deu o riso e me deu o pranto
Assim eu distinguo fortuna de quebranto
Os dois materiais que formam meu canto
E o canto de vocês que é o mesmo canto
E o canto de todos que é meu próprio canto
Graças à vida, graças à vida
Graças à vida, graças à vida


Composição: Violeta Parra




domingo, 14 de outubro de 2018

Música e Literatura: Pablo Milanés, Joan y Mercedes

Gracías a la Vida



O CORO

"Desgraça! Desgraça! estamos sós - a Peste e nós. A última porta fechou-se! Não estamos ouvindo mais nada. O mar, de agora em diante, está por demais longínquo. Agora, estamos dentro da dor e teremos de rodar em torno desta cidade, sem árvores e sem águas, fechada por altas portas lisas, coroada por multidões ululantes... não merecemos esta prisão! Nossos corações não eram inocentes, mas nós amávamos o mundo e seus verões - e isto nos deveria ter salvo!... Mas por uma vez ainda, pela última vez, antes que nossas bocas se fechem sob a mordaça do terror, gritaremos no deserto!"

Albert Camus, Estado de Sítio, 1948.









A PESTE

"Eu reino. É um fato. É, portanto, um direito. Mas um direito que não se discute, ao qual deveis adaptar-vos. Aliás, não vos iludais: se reino, é a minha maneira e até seria mais certo dizer que funciono... Não possuo cetro e tomei o aspecto de um suboficial. É a maneira que encontrei para vos atormentar, pois é bom que sejais atormentados: tendes tudo por aprender... O estado de sítio está proclamado.

Está proibido, como estão proibidos a ridícula angústia da felicidade, o rosto estúpido dos apaixonados, a contemplação egoísta das paisagens e a criminosa ironia. Em lugar de tudo isso, trago a organização. Isso vos incomodará um pouco, no início, mas acabareis por compreender que uma boa organização vale muito mais do que um mau patético...

Vossas macaquices tiveram seu momento. Agora, trata-se de serdes sérios! Suponho que já me compreendestes. A partir de hoje, ides aprender a morrer em ordem. Até aqui tendes morrido à espanhola, um pouco ao acaso: porque fez frio, após ter feito calor; porque vossas mulas tropeçavam; porque a linha do Pirineus era azul; porque, na primavera, o rio Guadalquivir atrai os solitários, ou porque existem imbecis desenfreados, que matam por lucro, ou pela honra - quando é muito mais distinto matar pelos prazeres da lógica. Sim: morreis mal. Um morto aqui, um morto lá, este em sua cama, aquele na arena. Pura libertinagem. Felizmente, porém, essa desordem vai ser administrada. Uma só espécie de morte, para todos - e de acordo com a bela ordem de uma lista. Tereis vossa fichas, não morrereis mais por capricho... Fareis parte da estatística e ireis, por fim, servir para alguma coisa. Ia me esquecendo de dizer que, está claro, morrereis, mas sereis incinerados, em seguida, ou mesmo antes: é mais limpo e faz parte do plano: a Espanha em primeiro lugar!

Ficar em fila, para morrer bem, eis o principal! A esse preço, tereis meus favores..."


Albert Camus, Estado de Sítio, 1948.










quinta-feira, 9 de agosto de 2018

"Gracias A La Vida"

Joan Baez & Mercedes Sosa 
"Gracias A La Vida"




Se não tem nada para dizer... agradeça
Gracias a la vida que me ha dado tanto








Gracias a la vida que me ha dado tanto
Me dio dos luceros, que cuando los abro,
Perfecto distingo lo negro del blanco
Y en el alto cielo su fondo estrellado
Y en las multitudes el hombre que yo amo


Gracias a la vida que me ha dado tanto
Me ha dado el oido que en todo su ancho
Graba noche y dia, grillos y canarios,
Martillos, turbinas, ladridos, chubascos,
Y la voz tan tierna de mi bien amado

Gracias a la vida que me ha dado tanto
Me ha dado el sonido y el abecedario;
Con el las palabras que pienso y declaro:
Madre, amigo, hermano, y luz alumbrando
La ruta del alma del que estoy amando

Gracias a la vida que me ha dado tanto
Me ha dado la marcha de mis pies cansados;
Con ellos anduve ciudades y charcos,
Playas y desiertos, montanas y llanos,
Y la…



Violeta Parra




Graças À Vida

Graças à vida que me deu tanto
Me deu dois olhos que quando os abro
Distingo perfeitamente o preto do branco
E no alto céu seu fundo estrelado
E nas multidões o homem que eu amo


Graças à vida que me deu tanto
Me deu o som do alfabeto
E com ele as palavras que eu penso e declaro
Mãe amigo irmão
E luz iluminando, a rota da alma de quem estou amando


Graças à vida que me deu tanto
Me deu a marcha meus pés cansados
Com eles andei cidades e charcos
Praias e desertos, montanhas e planícies
E a casa sua, sua rua e seu pátio


Graças à vida que me deu tanto
Me deu o coração, que agita seu marco
Quando olho o fruto do cérebro humano
Quando olho o bom tão longe do mal
Quando olho o fundo de seus olhos claros


Graças à vida que me deu tanto
Me deu o riso e me deu o pranto
Assim eu distingo fortuna de quebranto
Os dois materiais que formam meu canto
E o canto de vocês que é o mesmo canto
E o canto de todos que é meu próprio canto
Graças à vida, graças à vida
Graças à vida, graças à vida



quinta-feira, 1 de março de 2018

"Y seguí cantando" Canciones censuradas e inéditas

Mercedes Sosa

"Y seguí cantando" Canciones censuradas e inéditas (2011)





Te recuerdo Amanda
La calle mojada
Corriendo a la fábrica
Donde trabajaba Manuel


Son cinco minutos
la vida es eterna en cinco minutos









Te recuerdo Amanda

Te recuerdo Amanda
La calle mojada
Corriendo a la fábrica
Donde trabajaba Manuel

La sonrisa ancha
La lluvia en el pelo
No importaba nada
Ibas a encontrarte con él
Con él, con él, con él, con él, con él…

Son cinco minutos
la vida es eterna en cinco minutos
suena la sirena
de vuelta al trabajo
why tu caminando
lo iluminas todo
los cinco minutos
te hacen florecer

Te recuerdo Amanda
La calle mojada
Corriendo a la fábrica
Donde trabajaba Manuel

La sonrisa ancha
La lluvia en el pelo
No importaba nada
Ibas a encontrarte con él
Con él, con él, con él, con él, con él…
Que partió a la sierra
Que nunca hizo daño
Que partió a la sierra
why en cinco minutos quedó destrozado
Suena la sirena
De vuelta al trabajo
Muchos no volvieron
Tampoco Manuel

Te recuerdo Amanda
La calle mojada
Corriendo a la fábrica
Donde trabajaba Manuel

Compositores: Victor Jara




sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Todavía Cantamos

Mercedes Sosa



todavía cantamos,
todavía pedimos,
todavía sonãmos,
todavía esperamos...














Víctor Heredia
En vivo en Argentina 
- Silvio Rodríguez y Pablo Milanés - 1984








quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

professor de ofício

Mercedes Sosa






Mi oficio de profesor es el oficio
De los que tienen guitarras en el alma
Yo tengo mi taller en las entrañas
Y mi única herramienta es la garganta.

Aquí canta un profesor,
que muy mucho ha caminado
y ahora debería vivir tranquilo,
en el Cerro colorado

Trabajando
Trabajando duramente, trabajando sí
Trabajando e va de luto, trabajando sí
Trabajando e no le pagan, trabajando sí
Trabajando e va tosiendo, trabajando sí

Tendrán que parar la lluvia,
tendrán que apagar el sol,
tendrán que matar el canto


tendrán que matar el viento
que dice lucha y amor

Profesor de oficio con 
guitarras en el alma
libranos de aquel que nos domina en la miseria
traenos tu reino de justicia e igualdad
.











Cantor de Oficio


Mi oficio de cantor es el oficio
De los que tienen guitarras en el alma
Yo tengo mi taller en las entrañas
Y mi única herramienta es la garganta.

Mi oficio de cantor es el mas lindo
Yo puedo hacer jardín de los desiertos
Y puedo revivir algo ya muerto
Con solo entonar una canción.

Yo canto siempre a mi pueblo
Porque del pueblo es mi voz
Si pertenezco yo al pueblo
Tan sólo del pueblo será mi canción.

Nadie debe creer que el cantor
Pertenece a un mundo extraño
Donde todo es escenario y fantasía
El cantor es un hombre más que anda
Transitando las calles y los días
Sufriendo el sufrimiento de su pueblo
Y latiendo también con su alegría.

Mi oficio de cantor es tan hermoso
Que puedo hacer amar a los que odian
Y puedo abrir las flores en otoño
Con solo entonar una canción.


Composição: Miguel Ángel Morelli





Chacarera de las piedras





Héctor Roberto Chavero, artísticamente Atahualpa Yupanqui, tuvo a su lado una mujer extraordinaria, Antonieta Paula Pepín Fitzpatrick, que escribió la música de más de cuarenta canciones, firmadas con el seudónimo de Pablo del Cerro. Pero, esta chacarera desgraciadamente no fue profética y el caminante que vivía tranquilo en el Cerro Colorado tuvo que abandonar el tranquilo e idílico refugio cordobés y emigrar a Europa como refugiado político. Tras su muerte en Nimes (Francia) el 23 de Mayo de 1992, sus restos fueron trasladados al lugar que tanto amaba el poeta y donde hoy descansa.

En su casa principal en el Cerro Colorado hoy se conservan los recuerdos del cantor, sus fotos (una dedicada por el propio Che Guevara), sus pergaminos con su propia escritura y premios de toda clase. Dos guitarras descansan en un sillón del salón y la habitación en que dormía permanece igual que en otros tiempos. Lo único que ha cambiado es la cocina, que ahora es una biblioteca con más de tres mil volúmenes.

Mercedes Sosa la interpretó en directo el año 1980 en un recital que tuvo lugar en Lugano, Suiza. Le acompaña a la guitarra Nicolás Brizuela.




CHACARERA DE LAS PIEDRAS


Letra: Paula Pepín
Música: Atahualpa Yupanqui

Aquí canta un caminante, 

que muy mucho ha caminado 
y ahora vive tranquilo, 
en el Cerro colorado

Largo mis coplas al viento, 
por donde quiera que voy. 
Soy árbol lleno de frutos, 
como plantita 'e mistol

Cuando ensillo mi caballo, 
me largo por las arenas 
y en la mitad del camino, 
ya me he olvidado de las penas

Caminiaga, Santa Elena, 
El Churqui, Rayo Cortado: 
no hay pago como mi pago. 
¡Viva el Cerro Colorado!

A la sombra de unos talas 
yo he sentido, de un repente, 
a una moza que decía: 
"-sosiegue que viene gente".

Te voy a dar un remedio, 
que es muy bueno pa' las penas: 
grasita de iguana macho, 
mezcla'ita con yerba buena

Chacarera de las piedras, 
criollita como ninguna: 
no te metas en los montes, 
si no ha salido la luna

Caminiaga, Santa Elena, 
El Churqui, Rayo Cortado: 
no hay pago como mi pago. 
¡Viva el Cerro Colorado!




Vocabulario:

Cerro colorado: localidad cordobesa donde Yupanqui estableció su hogar y descansan sus restos

Largar: (americ) arrojar; tirar con fuerza

Mistol: (quechua) variedad de árbol espinoso, que da unos frutos rojos

Caminiaga, Santa Elena: localidades cordobesas cercanas al Cerro Colorado

El Churqui, Rayo Cortado: localidades cordobesas cercanas al Cerro Colorado

Churqui: (americ) arbusto oxalidáceo, que es una especie de acacia de hasta unos 50 cm. de altura

Tala: (quechua) árbol urticáceo de gran altura, madera fuerte y flores de color verde amarillento

Iguana: reptil saurio provisto de gran papada y una cresta espinosa a lo largo del dorso

Criollo: autóctono; se contrapone a indio y a foráneo.





Duerme negrito





Duerme Negrito

Duerme, duerme, negrito
Que tu mama está en el campo negrito
Duerme, duerme, mobila
Que tu mama está en el campo, mobila

Te va traer codornices
Para ti
Te va a traer rica fruta
Para ti
Te va a traer carne de cerdo
Para ti
Te va a traer muchas cosas
Para ti

Y si el negro no se duerme
Viene el diablo blanco
Y Zas! le come la patita
Chacapumba, chacapumba, apumba, chacapumba
Duerme, duerme, negrito
Que tu mama está en el campo, Negrito

Trabajando
Trabajando duramente, trabajando sí
Trabajando e va de luto, trabajando sí
Trabajando e no le pagan, trabajando sí
Trabajando e va tosiendo, trabajando sí

Para el negrito chiquitito
Para el negrito si
Trabajando sí, trabajando sí
Duerme, duerme, negrito
Que tu mama está en el campo
Negrito, negrito, negrito


Composição: Atahualpa Yupanqui




A Victor





A Víctor

No puede borrarse el canto
con sangre del buen cantor
después que ha silbado el aire
los tonos de su canción.

Los pájaros llevan notas
a casa del trovador;
tendrán que matar el viento
que dice lucha y amor.

Tendrán que callar el río,
tendrán que secar el mar
que inspiran y dan al hombre
motivos para cantar.

No puede borrarse el canto
con sangre del buen cantor,
tendrán que matar el viento
que dice lucha y amor.

Tendrán que callar el río,
tendrán que secar el mar
que inspiran y dan al hombre
motivos para cantar.

Tendrán que parar la lluvia,
tendrán que apagar el sol,
tendrán que matar el canto
para que olviden tu voz.



Composição: Otilio Galíndez / Roberto Todd





Plegaria A Un Labrador




Plegaria A Un Labrador



Levántate y mira la montaña
de donde viene el viento, el sol y el agua,
tú que manejas el curso de los ríos
tú que sembraste el vuelo de tu alma.

Levántate y mírate las manos
para crecer estréchala a tu hermano,
juntos iremos unidos en la sangre
hoy es el tiempo que puede ser mañana.

Libranos de aquel que nos domina en la miseria
traenos tu reino de justicia e igualdad.

Sopla como el viento la flor de la quebrada
limpia como el fuego el cañón de tu fusil,
hágase por fin tu libertad aquí en la tierra
danos tu fuerza y tu valor al combatir,
Sopla como el viento la flor de la quebrada
limpia como el fuego el cañón de tu fusil.

Levántate y mírate las manos
para crecer estréchala a tu hermano,
juntos iremos unidos en la sangre
ahora y en la hora de nuestra muerte amén
a - a - mén, a - a - mén.


Composição: Victor Jara






Canción Con Todos




Canción Con Todos


Salgo a caminar
Por la cintura cósmica del sur
Piso en la región
Más vegetal del viento y de la luz
Siento al caminar
Toda la piel de América en mi piel
Y anda en mi sangre un río
Que libera en mi voz
Su caudal

Sol de alto Perú
Rostro Bolivia, estaño y soledad
Un verde Brasil besa a mi Chile
Cobre y mineral
Subo desde el sur
Hacia la entraña América y total
Pura raíz de un grito
Destinado a crecer
Y a estallar

Todas las voces, todas
Todas las manos, todas
Toda la sangre puede
Ser canción en el viento

¡Canta conmigo, canta
Latinomericano
Libera tu esperanza
Con un grito en la voz!

Todas las voces todas
Todas las manos todas
Toda la sangre puede, ser canción en el viento
Canta con migo canta, hermano americano
Libera tu esperanza con un grito en la voz

Composição: Armando Tejada Gomez




Somos Cinco Mil - Víctor Jara





Poema Escrito por Víctor Jara poco antes de ser asesinado por Oficiales en el Estadio Chile en 1973



Somos cinco mil
Ángel Parra



(Fragmento del poema de Víctor Jara "Estadio Chile")


Somos cinco mil aquí
en esta pequeña parte la ciudad.
Somos cinco mil.
¿Cuántos somos en total
en las ciudades y en todo el país?
Sólo aquí,
diez mil manos que siembran
y hacen andar las fábricas.
Cuánta humanidad
con hambre, frío, pánico, dolor,
presión moral, terror y locura.

Seis de los nuestros se perdieron
en el espacio de las estrellas.
Uno muerto, un golpeado como jamás creí
se podría golpear a un ser humano.
Los otros cuatro quisieron quitarse
todos los temores,
uno saltando al vacío,
otro golpeándose la cabeza contra un muro
pero todos con la mirada fija en la muerte.
¡Qué espanto produce el rostro del fascismo!
Llevan a cabo sus planes con precisión artera
sin importarles nada.
La sangre para ellos son medallas.
La matanza es un acto de heroísmo.
¿Es este el mundo que creaste, Dios mío?
¿Para esto tus siete días de asombro y de trabajo?
En estas cuatro murallas sólo existe un número
que no progresa.
Que lentamente querrá más la muerte.

Pero de pronto me golpea la consciencia
y veo esta marea sin latido
y veo el pulso de las máquinas
y los militares mostrando su rostro de matrona
llena de dulzura.
¿Y México, Cuba y el mundo?
¡Qué griten esta ignominia!
Somos diez mil manos
menos que no producen.
¿Cuántos somos en toda la patria?
La sangre del compañero Presidente
golpea más fuerte que bombas y metrallas.
Así golpeará nuestro puño nuevamente
.


Composição: Angel Parra / Victor Jara





Miguel Angel Morelli: "Cantor de Oficio"





quarta-feira, 29 de março de 2017

impossível tirar os olhos e não voltar a sentir profundo

Chico & Caetano
participação de Milton Nascimento Mercedes Sosa e Gal Costa




A cara do Chico no início, extasiado, embasbacado diante do Milton









Volver A Los 17


Volver a los diecisiete después de vivir un siglo
Es como descifrar signos sin ser sabio competente
Volver a ser de repente tan frágil como un segundo
Volver a sentir profundo como un niño frente a dios
Eso es lo que siento yo en este instante fecundo

Se va enredando, enredando
Como en el muro la hiedra
Y va brotando, brotando
Como el musguito en la piedra
Como el musguito en la piedra, ay si, si, si

Mi paso retrocedido cuando el de ustedes avanza
El arco de las alianzas ha penetrado en mi nido
Con todo su colorido se ha paseado por mis venas
Y hasta la dura cadena con que nos ata el destino
Es como un diamante fino que alumbra mi alma serena

Se va enredando, enredando
Como en el muro la hiedra
Y va brotando, brotando
Como el musguito en la piedra
Como el musguito en la piedra, ay si, si, si

Lo que puede el sentimiento no lo ha podido el saber
Ni el más claro proceder, ni el más ancho pensamiento
Todo lo cambia al momento cual mago condescendiente
Nos aleja dulcemente de rencores y violencias
Solo el amor con su ciencia nos vuelve tan inocentes

Se va enredando, enredando
Como en el muro la hiedra
Y va brotando, brotando
Como el musguito en la piedra
Como el musguito en la piedra, ay si, si, si

El amor es torbellino de pureza original
Hasta el feroz animal susurra su dulce trino
Detiene a los peregrinos, libera a los prisioneros
El amor con sus esmeros al viejo lo vuelve niño
Y al malo sólo el cariño lo vuelve puro y sincero

Se va enredando, enredando
Como en el muro la hiedra
Y va brotando, brotando
Como el musguito en la piedra
Como el musguito en la piedra, ay si, si, si

De par en par la ventana se abrió como por encanto
Entró el amor con su manto como una tibia mañana
Al son de su bella Diana hizo brotar el jazmín
Volando cual serafín al cielo le puso aretes
Mis años en diecisiete los convirtió el querubín



Composição: Violeta Parra




Volver a Los 17


Voltar aos 17 depois de viver um século
É como decifrar sinais sem ser sábio competente
Voltar a ser de repente tão frágil como um segundo
Voltar a sentir profundo como um menino diante de Deus
Isso é o que sinto neste instante fecundo

Vai se envolvendo, envolvendo
Como no muro a hera
E vai brotando, brotando
Como o musgo na pedra
Como o musgo na pedra, ai sim, sim, sim.

Meu passo retrocede quando o de vocês avança
O arco das alianças penetrou em meu ninho
Com todo seu colorido passeou por minhas veias
E até a dura corrente com a qual nos prende o destino
É como um diamante fino que ilumina minha alma serena

Vai se envolvendo, envolvendo
Como no muro a hera
E vai brotando, brotando
Como o musgo na pedra
Como o musgo na pedra, ai sim, sim, sim.

O que pode o sentimento não o pode o saber
Nem o mais claro proceder, nem o maior dos pensamentos
Tudo o muda num momento qual mago condescendente
Nos afasta docemente de rancores e violências
Só o amor com sua ciência nos torna tão inocentes

Vai se envolvendo, envolvendo
Como no muro a hera
E vai brotando, brotando
Como o musgo na pedra
Como o musgo na pedra, ai sim, sim, sim.

O amor é um turbilhão de pureza original
Até o feroz animal sussurra seu doce som
Detém os peregrinos, liberta os prisioneiros
O amor com seus esforços ao velho o torna criança
E ao mal só o carinho o torna puro e sincero

Vai se envolvendo, envolvendo
Como no muro a hera
E vai brotando, brotando
Como o musgo na pedra
Como o musgo na pedra, ai sim, sim, sim.

De par em par a janela se abriu como por encanto
Entrou o amor com seu manto como uma fraca manhã
Ao som de sua bela Diana fez brotar o jasmim
Voando qual serafim ao céu lhe pôs brincos
Meus anos em dezessete os converteu o querubim




quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Merecer la vida, no es callar y consentir... es honrar la vida

Honrar La Vida




#étempo de lutar, #étempo de resistir, sempre étempo de ouvir La Negra dentro e fora das escolas











Nó 
Permanecer y transcurrir 
no es es perdurar, no es existir, 
ni honrar la vida! 
Hay tantas maneras de no ser 
tanta conciencia sin saber, 
adormecida... 

Merecer la vida, no es callar y consentir 
tantas injusticias repetidas... 
Es una virtud, es dignidad 
y es la actitud de identidad 
más difinida! 

Eso de durar y transcurrir 
no nos dá derecho a presumir, 
porque no es lo mismo que vivir 
honrar la vida! 

Nó 
Permanecer y transcurrir 
no siempre quiere sugerir 
honrar la vida! 
Hay tanta pequeña vanidad 
en nuestra tonta humanidad 
enceguecida. 

Merecer la vida es erguirse vertical 
más allá del mal, de las caídas... 
Es igual que darle a la verdad 
y a nuestra propia libertad 
la bienvenida! 

Eso de durar y transcurrir 
no nos da derecho a presumir 
porque no es lo mismo que vivir 
honrar la vida!