contos e poesia no butekudu baitasar.
a humanidade solidária e amorosa construída com todos incluídos num outro mundo possível, por la vida... siempre!
li nas redes sociais: "se tua religião te faz odiar pessoas por qualquer razão, procura frequentar um buteku e paga os mesmos 10% ao garçom!", enfim... "descobri que a seu tempo vão me chorar e esquecer."
Duas pessoas se procuram em Veneza: um labirinto de ruas, pontes e canais... um detalhe simples do dia a dia faz você esperar que algo mais aconteça; talvez aconteça, talvez não, nunca saberemos, mas não se conhecem, nunca se encontraram antes e desconhecem o que as une...
Comédia romântica dirigida por Félix Llorente, com María Pedroviejo e Daniele Defranceschi. Roteiro de Daniele Defranceschi. Música de Santiago Capote. Produzida pela CIPÓ Company e El Lobo Ameno. Selecionada para Melhor Curta-Metragem de Ficção no Prêmio Goya de 2012.
cada vez mais plástico e menos água cada vez mais casca e menos substância o veneno apenas fortalece a praga e a nau da insensatez sem freio avança o passado já não traz aprendizado o futuro se tornou uma ameaça todo espaço está policiado e a conduta mais comum é a trapaça a caixa de pandora escancarada das redes liberou o ódio anônimo o medo é a arma mais usada e a pior derrota é o desânimo bem-vindo ao novo mundo que vai se desintegrar no próximo segundo bem-vindo ao novo mundo que vai se desintegrar no próximo segundo bem-vindo ao novo mundo que vai se desintegrar no próximo segundo bem-vindo ao novo mundo os emojis são os novos hieróglifos não há como fugir dos algoritmos agora querem extinguir os livros por que será que ainda estamos vivos? certezas proliferam nas cabeças no espectro da tela estão ilesas disparam sem parar nos olhos fixos os movimentos de milhões de pixels as vozes multiplicam seu alcance nos meets do onlyfans não tem romance ninguém mais compartilha a mesma história se tem o google para quê memória? bem-vindo ao novo mundo que vai se desintegrar no próximo segundo bem-vindo ao novo mundo que vai se desintegrar no próximo segundo bem-vindo ao novo mundo que vai se desintegrar no próximo segundo bem-vindo ao novo mundo PARAH PRAH ACERTARH UH AVANÇOH DESSAH I•AH . VCH IAH TRABALHARH ELLAH VAIH TEH DEZKARTARH . PAUMH IH CIRKOH AGORAH EZH LUXOH SEUH LAZERH TEH KOMPROMETEH . SUAH RENDAH UNIVERSALH FUTEBOLH AGORAH EZH BETH . UZH AKORDOZH DEH ABRAUMH PARAH UMH MUNDOH MAIZH INERTEH . SEUH DINHEROH EZH BITCOINH SEMH AH MASSAH NESSEH ACESSOH . CELULARH SAUMH SEUZH GRILHÕESZH APLIKATIVOH EZH KONTRAH ZTREZZEH . SEUZH AMOREZH ILUZOEZH NUNKAH MAIZH FEZH UMAH PRECEH . o forasteiro se tornou um inimigo pra quem da ignorância se orgulha normalizando a fome e o desperdício a morte, a violência e a tortura não há como não saber das coisas coletivas e das intimidades mesmo sem querer, saber à força de todas as tragédias e futilidades
o fato é só mais uma narrativa na desinformação radioativa a água ferve no planeta terra não há como fugir dessa panela bem-vindo ao novo mundo que vai se desintegrar no próximo segundo bem-vindo ao novo mundo que vai se desintegrar no próximo segundo bem-vindo ao novo mundo que vai se desintegrar no próximo segundo bem-vindo ao novo mundo
Compositores: Luis Sidnei Barbosa Correia, Arnaldo Augusto Nora Antunes Filho
O Real Resiste
Sem Censura Especial - Arnaldo Antunes
TV Brasil
Sextou no #SemCensura com um programa especial sobre Arnaldo Antunes!O eterno titã, que passeia pela inquietude do rock e por tranquilas canções de amor, será homenageado pela cantora e compositora Anna Ratto, que acaba de lançar um álbum só com músicas do artista.Na bancada também recebemos o ex-baixista dos Mutantes, Liminha, que é um dos produtores mais renomados no meio da música e tem muitas histórias com o nosso homenageado.Cissa Guimarães recebe, ainda, o compositor e pianista pernambucano Vitor Araújo, que percorreu, e ainda percorre, o país ao lado de Arnaldo.Fechando a bancada, Fabiane Pereira, jornalista especialista em música, participa como debatedora do dia. O Sem Censura é de segunda a sexta, às 16h, ao vivo, na #TVBrasil
Estabelecido assim que as nossas impressões simples
precedem as ideias correspondentes e que as excepções são
muito raras, o método parece exigir que examinemos as
nossas impressões antes de estudarmos as nossas ideias. As
impressões podem dividir-se em duas categorias: as de sensação e as de reflexão. A primeira categoria surge originariamente na alma, a partir de causas desconhecidas. A segunda é em grande parte derivada das nossas ideias, na seguinte
ordem: primeiro uma impressão atinge os nossos sentidos e
faz-nos perceber calor ou frio, sede ou fome, prazer ou dor
de qualquer espécie. Desta impressão a mente tira uma
cópia, a qual permanece depois de desaparecer a impressão:
é o que denominamos ideia. Esta ideia de prazer ou de dor,
quando regressa à alma, produz novas impressões de desejo
e aversão, de esperança e medo, que podem propriamente
chamar-se impressões de reflexão, porque derivam dela.
Estas por sua vez são copiadas pela memória e pela imaginação, tornando-se ideias, as quais por sua vez talvez gerem
outras impressões e ideias. Assim, as impressões de reflexão
são anteriores às ideias que lhes correspondem, mas posteriores às impressões de sensação e derivadas delas. O estudo
das nossas sensações pertence mais à anatomia e à filosofia
natural do que à filosofia moral e por conseguinte não nos
ocuparemos dele de momento. E como as impressões de
reflexão, a saber as paixões, os desejos e as emoções, que
principalmente merecem a nossa atenção, na sua maioria
têm origem nas ideias, tornar-se-á necessário inverter
aquele método que à primeira vista parece inteiramente
natural; e, para explicar a natureza e princípios da mente
humana, dar uma explicação particular das ideias, antes de
passarmos às impressões. É por esta razão que decidi começar pelas ideias.
Altemar Dutra de Oliveira (Aimorés, 6 de outubro de 1940 — Nova Iorque, 9 de novembro de 1983) foi um cantor e compositor brasileiro.
Altemar Dutra e Fafá
"O bolero, ah! o bolero... gênero conhecido por sua intensidade emocional, nostálgico e melancólico. Essa composição de Evaldo Gouveia e Jair Amorim, traz frases como “Eu sou o mesmo que você deixou / Eu vivo aqui onde você viveu”, expressando a ideia de que o sentimento permanece vivo, mesmo sem reciprocidade. O questionamento repetido em “Por que viver a me humilhar assim? / Por que matar esta ilusão em mim?” destaca o conflito interno entre o desejo de seguir em frente e a dificuldade de abandonar a esperança. O sucesso da canção e sua influência em espetáculos posteriores mostram como esse sentimento de igualdade na dor e na saudade é algo universal, capaz de tocar diferentes gerações."
Acabei de saber Que você riu de mim E depois perguntou Se eu vivi, se eu morri Já que tudo acabou
Eu sei lá se você Quis de fato saber Pelo sim, pelo não Abro o meu coração É melhor lhe dizer
Eu sou o mesmo que você deixou Eu vivo aqui onde você viveu Existe em mim o mesmo amor Aquele amor que nunca mais foi meu
Por que viver a me humilhar assim? Por que matar esta ilusão em mim? Você e eu somos iguais Não mudamos jamais
Eu sou o mesmo que você deixou Eu vivo aqui onde você viveu Existe em mim o mesmo amor Aquele amor que nunca mais foi meu
Por que viver a me humilhar assim? Por que matar esta ilusão em mim? Você e eu somos iguais Não mudamos jamais
Acabei de saber
Altemar Dutra e Alcione
As Rosas Não Falam
Altemar Dutra
1970 - Meu Velho (Letra)
os tempos passam, fico velho e a saudade do meu querido velho não passa, queria mais um abraço
Que queres tu de mim / Sentimental demais
Altemar Dutra acompanhou-se ao violão e interpretou os grandes sucessos de sua carreira.
Esta seria sua última apresentação na TV brasileira, pois semanas depois Altemar Dutra viria a falecer em Nova Iorque.
Três minutos. O tempo de passar o bastão e correr 1600 metros. De cozinhar um ovo. O tempo de tomar uma decisão que pode mudar a sua vida, antes que caia a ficha.
"Três Minutos" recebeu prêmios no 27º Festival de Gramado, 32º Festival do Cinema Brasileiro de Brasília, 10º Festival Internacional de Curtas-metragens de São Paulo, 1º Grande Prêmio Cinema Brasil, entre outros, além de ter sido o único curta-metragem brasileiro selecionado para a competição oficial do 53º Festival de Cannes.