terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Joe Cocker

You Can Leave Your Hat On







Você Pode Deixar o Seu Chapéu

Baby, tire seu casaco
Bem devagar
E não tire os sapatos
Eu tirarei seus sapatos
Baby tire seu vestido
Sim sim sim

Você pode ficar de chapéu
Você pode ficar de chapéu
Você pode ficar de chapéu

Vai lá, acenda as luzes
Todas as luzes
Volte pra cá, suba nessa cadeira
Muito bem, Isso mesmo
Levante os braços no ar
E agora, sacuda-os

Você me dá razão para viver
Você me dá razão para viver
Você me dá razão para viver
Você me dá razão para viver

Querida
(Você pode ficar de chapéu)
Ficar apenas de chapéu, garota
Um homem um pouco selvagem
(Você pode ficar de chapéu)
Fique de chapéu
(Você pode ficar de chapéu)
(Você pode ficar de chapéu)

Uns desconfiados andam falando
Tentando nos separar
Eles não acreditam no meu amor
Eles não sabem o que é amor

Eles não sabem o que é amor
Eles não sabem o que é amor
Eles não sabem o que é amor
Eu sei o que é amor

E querida, coloque do meu jeito
(Você pode ficar de chapéu)
E fique apenas de chapéu agora
Eles não querem
(Você pode ficar de chapéu)
Você não vai fazer isso por mim, querida?
(Você pode ficar de chapéu)
Deixe apenas o chapéu, garota
(Você pode deixar o seu chapéu)


Composição: Randy Newman




With A Little Help Of My Friends






Fire it Up Live






The Best Of Joe Cocker Live





sábado, 20 de dezembro de 2014

A Missão

Cinema




Final do século XVIII, Rodrigo Mendoza, um mercador de escravos que faz da violência seu modo de vida, mata o próprio irmão na disputa pela mulher que ama. Porém, o remorso o faz se juntar aos jesuítas em Sete Povos das Missões. Lá, ele fará de tudo para defender os índios que antes escravizara do genocídio promovido por Portugal e Espanha.












Ennio Morricone - (2002) A Missão











La guerre du feu
A Guerra do Fogo




A Guerra do Fogo conta a saga de uma tribo e seu lí­der, Naoh, que tenta recuperar o precioso fogo recém-descoberto e já roubado. Através dos pântanos e da neve, Naoh encontra três outras tribos, cada uma em um estágio diferente de evolução, caminhando para a atual civilização em que vivemos. Os sons e a linguagem embrionária do filme são criações do escritor Anthony Burgess, o mesmo de Laranja Mecânica. Mistura de ficção cientí­fica e aventura, o filme é uma perfeita reconstituição da pré-história, tendo como eixo a descoberta do fogo. Fantástico e visionário, o filme é uma aula de história e cinema.










Detalles sobre el film Quest for fire







Backstage of Quest for Fire 1of3






Backstage of Quest for Fire 2of3







Backstage of Quest for Fire 3of3





quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

César Vallejo (Perú)

Los Poetas del Amor (16)



Los Heraldos Negros


Hay golpes en la vida, tan fuertes... ¡Yo no sé!
Golpes como del odio de Dios; como si ante ellos,
la resaca de todo lo sufrido
se empozara en el alma... ¡Yo no sé!

Son pocos; pero son... Abren zanjas oscuras
en el rostro más fiero y en el lomo más fuerte.
Serán tal vez los potros de bárbaros atilas;
o los heraldos negros que nos manda la Muerte.

Son las caídas hondas de los Cristos del alma
de alguna fe adorable que el Destino blasfema.
Esos golpes sangrientos son las crepitaciones
de algún pan que en la puerta del horno se nos quema.

Y el hombre... Pobre... ¡pobre! Vuelve los ojos,
como cuando por sobre el hombro nos llama una palmada;
vuelve los ojos locos, y todo lo vivido se empoza,
como charco de culpa, en la mirada.

Hay golpes en la vida, tan fuertes... ¡Yo no sé!






Antonio Machado (España)


Caminante no hay camino

Extracto de Proverbios y cantares (XXIX)


Caminante, son tus huellas
el camino y nada más;
Caminante, no hay camino,
se hace camino al andar.
Al andar se hace el camino,
y al volver la vista atrás
se ve la senda que nunca
se ha de volver a pisar.
Caminante no hay camino
sino estelas en la mar.






Julia de Burgos (Puerto Rico)



¡Oh mar, no esperes más!

Tengo caído el sueño,
y la voz suspendida de mariposas muertas.
El corazón me sube amontonado y solo
a derrotar auroras en mis párpados.
Perdida va mi risa
por la ciudad del viento más triste y devastada.
Mi sed camina en ríos agotados y turbios,
rota y despedazándose.
Amapolas de luz, mis manos fueron fértiles
tentaciones de incendio.
Hoy, cenizas me tumban para el nido distante.
¡Oh mar, no esperes más!
Casi voy por la vida como gruta de escombros.
Ya ni el mismo silencio se detiene en mi nombre.
Inútilmente estiro mi camino sin luces.
Como muertos sin sitio se sublevan mis voces.
¡Oh mar, no esperes más!
Déjame amar tus brazos con la misma agonía
con que un día nací. Dame tu pecho azul,
y seremos por siempre el corazón del llanto?


segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Love of my life

Queen live @ Houston 1977



Em 1977 Me estreava na ESEF/UFRGS...







Rock Montreal - 1981






Rock in Rio - 19 Jan 1985






Wembley - 1986







Adam Lambert - (LIVE in Kiev)







Letra & Tradução by Jottaelle





"Love of My Life" é uma canção do quarto álbum de estúdio, A Night at the Opera, lançado em 1975. A música foi escrita por Freddie Mercury em homenagem a Mary Austin, com quem teve um longo relacionamento no início dos anos 70 e que manteve uma forte amizade até a sua morte, em 1991. Uma versão ao vivo, incluída no álbum Live Killers, lançado em 1979, alcançou o primeiro lugar na Argentina e no Brasil.

A música foi requerida para ser tocada pelo primeiro astronauta israelense Ilan Ramon. Depois de tocada, ele disse a seguinte mensagem a sua esposa "Um especial bom dia a minha esposa, Rona, o amor da minha vida (Love of my life)." A música foi tocada enquanto ele estava no espaço. Ramon estava na espaçonave Columbia e acabou falecendo durante a reentrada da espaçonave na atmosfera terrestre em 2003. A espaçonave se desintegrou na ocasião.



Love Of My Life
Queen


Love of my life, you've hurt me
You've broken my heart
And now you leave me
Love of my life, can't you see?

Bring it back, bring it back
Don't take it away from me
Because you don't know
What it means to me

Love of my life, don't leave me
You've taken my love
And now desert me
Love of my life, can't you see?

Bring it back, bring it back
Don't take it away from me
Because you don't know
What it means to me

You will remember
When this is blown over
And everything's all by the way
When I grow older
I will be there at your side
To remind you how I still love you
I still love you

Back, hurry back
Please, bring it back home to me
Because you don't know
What it means to me
Love of my life
Love of my life
Yeah

Composição: Freddie Mercury / Queen





Amor Da Minha Vida



Amor da minha vida, você me feriu

Você partiu meu coração e agora me deixou

Amor da minha vida, você não entende?

Traga-o de volta, traga-o de volta, não o tire de mim

Porque você não sabe o quanto é importante para mim


Amor da minha vida, não me deixe

Você roubou meu amor e agora deixou-me sozinho

Amor da minha vida, você não entende?

Traga-o de volta, traga-o de volta, não o tire de mim

Porque você não sabe o quanto é importante para mim


Você se lembrará quando acabar

E todas as coisas dessa maneira tiverem fim

Quando eu envelhecer, eu estarei ao seu lado para lembrar-lhe

Como eu continuo te amando, eu continuo te amando


Traga de volta, traga de volta, não tire isso de mim, porque

Você não sabe o quanto é importante pra mim


Amor da minha vida

Amor da minha vida

Uh... Yeah

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Histórias de avoinha: As Casa do Comércio na Villa 10


Ensaio 35B – 2ª edição 1ª reimpressão


baitasar


O siô Afonso da Hora, lá mesmo, na porta da saída ou da entrada, uma coisa nunca é uma coisa só, assim como gente não é só o qui aparenta sê, fez parada, repasô os óio no salão sem deixá as vista em nenhuma mesa, oiava sem vê, faltava vontade pra despejá os óio com capricho. Depois da vistoria meia-sola, seu feitio de despedida sem saudade, fria e sem dá importância pra freguesia qui ficava, ele repousô as vista em agonia no tabernêro. Aquela vontade de saí chegô dum jeito parecido com fervô, parecia tê duas mão colocada nas costa empurrando sua partida, mais não era as mão do Gaspá, as duas continuava apoiada no balcão, o pano da limpeza higiênica dos copo não tava apoiado nos ombro. Não sabia dizê nem apontá o motivo da incomodação, mais tinha coisa aborrecendo sua vontade de ficá. Repetiu os cumprimento da despedida na direção da paróquia adoçada com a destilada. Acenô pros cativo da casa. Estava nos arremate do seu desempenho nas formalidade do despedimento. Acenô ao tabernêro e anunciô sua saída

Boas noite, meu amigo. Estimo as suas melhoras!

O tabernêro acompanhava o despedimento sem tristeza ou entusiasmo, sem força pra alegramento nem firmeza no entristecimento, ergueu as mão, como se tivesse pra dizê qui nada podia contra a vontade da freguesia, ela é qui manda, sai e entra no seu querê. Enquanto as mão subiu e desceu, o tabernêro deixô as vista na direção do desocupante da casa qui levava com ele os seus segredo de confessionário, foi quando ficô desconfiado com a sua falação descuidada e teve arrependimento dos comentário qui tinha escapado, mais o qui tava feito tava feito, o qui tava dito tava dito, ia tê qui continuá com aquele desassossego, os fingimento e o destemô da assombração qui não assusta, fica arrastando os pé, vagando

Com a graça de Deus, sinhô Afonso da Hora. E para quem parte ou para quem fica, água e benção todo dia venham, o tabernêro gostava de repetí as despedida do siô padre nas dominguêra, sentia abençoando a freguesia. Conhecia a força das palavra e das destilada, quando as duas se juntava tinha mais perigo qui resguardo

Amém, o coro da dominguêra respondia aliviado com a lembrança, uns sem descuidá de fazê a cruz com mais exibição qui otros, mais repetí aquele amém parecia aliviá tudo qui acontecia, a promessa fiel da mentira, um rompante de medo. Como era fácil gritá os desaforo e provocá o banho de sangue dos justicêro e se aliviá com a cruz, invocá o Pai, o Filho e o Espírito qui precisava sê Santo pra suportá tanto egoísmo e gritaria, amém. Gente de formosura, mais deselegante com os desgraçado. O covêro foi o único qui não retrucô, ele parecia sabê onde tudo aquilo acabava. Colocô a mão no bolso e acariciô a fita, gostava de medí com os óio a sua freguesia, cedo ou tarde, ia experimentá dos seus acerto ou desatenção

Até mais ver, replicô o siô da Hora, e saiu. Quando pisô no chão da rua deu um bão suspiro, parecia tê tirado das costa um grande peso morto. Deixô escapá um gemido gelado e cortante, parecido com o vento silencioso saído do rio enfiado em redemoinho nas esquina e nas boca de rua da Villa. Um lugá frio no frio e quente no quente. Ele parecia tê deixado a morte pra trás. Só parecia, ela continuava, lado a lado, pronta pra estendê a mão e ajudá com seu gosto e entusiasmo.

Fazia tempo qui o siô da Hora tava segurando o murmúrio dos intestino, não quis corrê o risco de fazê aclamação descomedida num traque ruidoso, lá dentro, na Casa dos Molhado. O tabernêro, por certo, havia de fazê comentário, não às clara, mais um descuido seu não ia passá desapercebido. Girô as vista na sua volta, quase ninguém na estrada, deixô escapá o gemido de alívio. Com cuidado vigiado, qui tinha nas lembrança da mãe os aviso de cautela com os vento qui se solta embaixo, eles é só um anúncio das coisa porcaria qui tá pra saí. Esfregô as mão de contentamento, teve comedimento e vigilância. E voltô a escorrê as vista no arredó, oiava com gula, interesse velhaco de ganhá mais rendimento, tê mais lucro sem precisá muito esforço. Desenhava a escultura imaginativa da Villa com toda aquela data de chão. As terra não demorava pra tê dono com gosto pelo erguimento das casa de moradia, acontecimento qui as gente da Villa reclamava. Usava as vista com esganação. As mão no bolso só parecia saí pra recebê, nunca se viu elas saí pra pagamento, qualqué qui fosse

É preciso correr atrás desse dinheiro, o siô soltava os pensamento na língua quando misturava os assunto do comércio e o gosto de sê reconhecido, aprovado e bajulado, mostrado pelo dinheiro qui não precisava carregá no bolso, isso não tem preço, isso não tem preço, ficô repetindo enquanto dava os passo sem pressa. Ele sabia da sua importância como ensinamento modelo, o molde do menino pobre qui deu certo, eu consegui, eu cheguei lá. Lembrô qui tinha coisa na vida qui não se compra por falta de preço. Ali mesmo, parado nos calçamento da Villa, prometeu pra ele mesmo

Ainda paro com tudo e faço uma lista com as coisa que não tem preço. É só uma questão de colocar o valor. Não existe o que não se pode comprar. Adoro o comércio, peitar sem a necessidade de carregar o dinheiro no bolso, parô, novamente, no meio do nada, queria lembrá onde andava, não lembro, não lembro, e ali, naquele breve instante, dormiu em pé. Na rua. Não conseguia acordá daquele sonho sem sono, as vista aberta oiava a estrada, mais não reconhecia o caminho. Ficô assustado qui morrê pode sê isso, tá nos lugá e não sabê qui tá

Ninguém por perto? Eu me perdi? Para onde estava indo?

Inté qui atinô

Estou na rua da praia, o fedor de peixe, a aragem fria, o barulho das águas, lembrô qui aquela rua precisava levá os seus pé inté o destino tracejado.

Recomeçô o caminhá.

Andô pelo pelourinho, a marca da força dos branco. O lugá conhecido e distinto pra castigá os preto desobediente, os atrevido, os fujão, todos qui merecia ou não merecia castigo. Sentiu vontade de subí os degrau e acariciá as pedra, o tronco, as argola, parecia querê sentí o cheiro da dô. O sangue dos preto e das preta era derramado ali, um lugá qui guardava os choro, as tristeza mais funda e as súplica mais silenciosa. Os gemido qui ficava guardado nas pedra do pelourinho não virava pó, eles pintava lembrança. O siô subiu os dois degrau e passô as mão na pedra, parecia acarinhando o couro preto fatiado pelo cipó. Levô o dedo inté a boca e aprovô o gosto do sangue preto coalhado. Gosto forte, aroma extra forte. Com certeza, otros preto já tava marcado pra conhecê a coluna de pedra. Oiô na volta, sempre qui parava ele oiava, gostava de sabê onde pisava. Estimava aquela movimentação dos barco, o embalo das água, o alvoroço dos embarque e desembarque. Desceu os degrau, fez um último reconhecimento da pedra e uma pequena mesura de apreço, sem oiá pra trás se afastô do monumento. Deu uns dez passo de afastamento e parô, precisô virá as vista na direção da estátua

Não tem muita coisa que eu já não tenha feito, acho que vou querer experimentar o pelourinho.

Seguiu por diante, os passo tinha encontrado o rumo. Tem vez, qui os pé sabe meió os caminho qui a cabeça, as estrada precisa sê caminhada, a cabeça obedece os pé. Passô a ponte do embarque e desmbarque, desviando um qui otro trabaiadô das barcaça. Arredô os pé do beco do Pedro Mandinga. Oiava na frente, nos lado, quando avistô a rua dos Pecados Mortais, quase se desvia do rumo pensado. Os pé entortô, mais a cabeça alertô: se tem vez qui ela obedece, tem otras vez, qui o caminho carece sê calculado com cisma e reverência, coisa qui ela faz meió qui os pé. Sabia qui devia uma visitinha pra sua amiga Maria Cobra. As vontade intentada na cabeça fez latejá os capricho da hombridade. Oiô pros lado da casa meritória, as luz do lampião amarelando a vizinhança. Os moço e os antigo, qui ainda não era obsoleto, entrava e saia. As moça havia de esperá. Ele, também. As menina não dorme cedo nem é de duvidá qui elas fica toda noite sem fechá as vista

Na volta, meninas... ocês fazem uma graça que acorda a mais despreparada ou desencantada das visitas, mais não podia, sem motivo de muita importância, deixá de aparecê na reunião da Irmandade. Não era hora das desculpa esfarrapada, nem desmerecê o convite aceito, gosto de ouvir os enredos que as meninas inventam, é bom compartilhar as loucuras, ficar louco, depravado, desprotegido nas mãos de ocês.

Armô as perna com coragem pra enfrentá a subida inté a Crista da Colina. Cuidava pra não destorreá as bosta das besta de carga no caminho pisado. As rua da beirada da praia não contava com os fundo de dinheiro da municipalidade pro calçamento. Esses recurso era usado nos caminho dos esnobe. Lugá povoado com as família requintada qui se adonô do qui pode e quis, desde a sua chegada, bem antes dos colono do Império

Acho que vou subir pelo beco do Fanha, nos pensamento qui tinha, nos passo qui dava, um qui otro caminhadô borboleteava nas rua, não vejo nenhuma alma viva perambulando, além desses coitados, mais se soubesse oiá, ia vê as alma morta vadiando, desencontrada dos próprio caminho, um embruxamento de encosto. Não sabia vê com as vista da morte, tinha mais jeito de vê como fazê dinheiro. Não tinha querê em colocá as vista na morte. Seguiu em frente.

A Botica do Juca Curadô ficava no caminho. Passava por lá, agradecia o interesse do boticário ajudá o Gaspá, deixava o aviso da visita do Josino e a necessidade do ungueto pra modo de acalmá as marca do cipó. As pessoa da Villa repetia qui o Juca cuidava de tudo, pra ele não tinha adoecimento sem algum amparo de socorro ou diminuição da dô. A língua do povo conta qui aconteceu na Villa, uns diz qui foi 5, otros afirma qui foi 7, de todo jeito qui se contá, pra subí ou descê a pontuação da conta, teve um qui otro sem amparo pro sofrimento qui o Juca aconselhô o aviamento da desaparição. As benzedêra era chamada, depois as bruxa, sem resultado pra meió, inté qui o adoecido de morte concordava com a conveniência do seu passamento. O cura-tudo cumpria a sua missão de curá, mesmo sem tê sido juramentado. Gostava do qui sabia fazê. Tinha o costume de experimentá os conselho das benzedêra e das bruxa qui ele visitava pra aprendê curá

Boas noites, Juca!

Junto com o palavrório fez mesura discreta de educação, no mesmo modo qui aprendeu oiando os cumprimento pra siá Casta: inclinô a cabeça, segurando o chapéu, levemente

Boas noites, sinhô Afonso da Hora, o boticário fez a mesma referência da cortesia. Não tinha chapéu pra segurá, mais levô a mão inté a testa.


_______________________________

Leia também:


As Casa do Comércio na Villa 9
Ensaio 34B – 2ª edição 1ª reimpressão


As Casa do Comércio na Villa 11
Ensaio 36B – 2ª edição 1ª reimpressão