"Foi a primeira novela a usar o merchandising, ainda que não em caráter oficial. Era do medicamento Engov, pois o personagem bebia muito uísque, e Luiz Gustavo faturava cada vez que engolia o comprimido em cena."
F... comme femme
Salvatore Adamo
1968
F Como Feminina
F Comme Femme
Ela desabrochou numa bela manhã
Elle est éclose un beau matin
No jardim triste de meu coração
Au jardin triste de mon cœur
Trazia os olhos do destino
Elle avait les yeux du destin
Assemelhava-se ela a minha felicidade?
Ressemblait-elle à mon bonheur?
Ou parecia-se com minha alma?
Ou, ressemblait-elle à mon âme?
Eu a colhi, ela era mulher
Je l'ai cueillie, elle était femme
Feminina como F rosa, F como uma flor
Femme avec un F rose, F comme fleur
Ela transformou meu universo
Elle a changé mon univers
Encantou toda a minha vida
Ma vie en fut toute enchantée
A poesia pairava no ar
La poésie chantait dans l'air
Eu tinha uma casa de bonecas
J'avais une maison de poupée
Em meu coração ardia uma chama
Et dans mon cœur brûlait ma flamme
Tudo era belo, tudo era mulher
Tout était beau, tout était femme
Feminina com um F mágico, F de fada
Femme avec un F magique, F comme fée
Ela me acorrentava cem vezes por dia
Elle m'enchaînait cent fois par jour
Ao doce encanto de sua ternura
Au doux poteau de sa tendresse
Minhas correntes eram trançadas pelo amor
Mes chaînes étaient tressées d'amour
Eu era mártir de suas carícias
J'étais martyre de ses caresses
Eu era feliz, ou seria eu um infame?
J'étais heureux, étais-je infâme?
Mas eu a amava, ela era mulher
Mais je l'aimais, elle était femme
Um dia, o pássaro tímido e frágil
Un jour l'oiseau timide et frêle
Veio falar-me de liberdade
Vint me parler de liberté
Ela arrancou-lhe as asas
Elle lui arracha les ailes
E o pássaro morreu com o verão
L'oiseau mourut avec l'été
Naquele dia fez-se o drama
Et ce jour-là ce fut le drame
E, apesar de tudo, ela era mulher
Et malgré tout elle était femme
Feminina com um F cinzento, de fatalidade
Mais Femme avec un F tout gris, fatalité
Na hora da verdade
À l'heure de la vérité
Havia uma mulher e uma criança
Il y avait une femme et un enfant
Aquele menino em que eu me convertera
Cet enfant que j'étais resté
Contra a vida, contra o tempo
Contre la vie, contre le temps
Eu me fechei em minha alma
Je me suis blotti dans mon âme
E compreendi que ela era mulher
Et j'ai compris qu'elle était femme
Mas feminina com F alado, que se vai
Mais femme avec un F aîlé, foutre le camp
Composição: Salvatore Adamo
BETO "ROCKFELLER"
Elle a changé mon univers
Encantou toda a minha vida
Ma vie en fut toute enchantée
A poesia pairava no ar
La poésie chantait dans l'air
Eu tinha uma casa de bonecas
J'avais une maison de poupée
Em meu coração ardia uma chama
Et dans mon cœur brûlait ma flamme
Tudo era belo, tudo era mulher
Tout était beau, tout était femme
Feminina com um F mágico, F de fada
Femme avec un F magique, F comme fée
Ela me acorrentava cem vezes por dia
Elle m'enchaînait cent fois par jour
Ao doce encanto de sua ternura
Au doux poteau de sa tendresse
Minhas correntes eram trançadas pelo amor
Mes chaînes étaient tressées d'amour
Eu era mártir de suas carícias
J'étais martyre de ses caresses
Eu era feliz, ou seria eu um infame?
J'étais heureux, étais-je infâme?
Mas eu a amava, ela era mulher
Mais je l'aimais, elle était femme
Um dia, o pássaro tímido e frágil
Un jour l'oiseau timide et frêle
Veio falar-me de liberdade
Vint me parler de liberté
Ela arrancou-lhe as asas
Elle lui arracha les ailes
E o pássaro morreu com o verão
L'oiseau mourut avec l'été
Naquele dia fez-se o drama
Et ce jour-là ce fut le drame
E, apesar de tudo, ela era mulher
Et malgré tout elle était femme
Feminina com um F cinzento, de fatalidade
Mais Femme avec un F tout gris, fatalité
Na hora da verdade
À l'heure de la vérité
Havia uma mulher e uma criança
Il y avait une femme et un enfant
Aquele menino em que eu me convertera
Cet enfant que j'étais resté
Contra a vida, contra o tempo
Contre la vie, contre le temps
Eu me fechei em minha alma
Je me suis blotti dans mon âme
E compreendi que ela era mulher
Et j'ai compris qu'elle était femme
Mas feminina com F alado, que se vai
Mais femme avec un F aîlé, foutre le camp
Composição: Salvatore Adamo
BETO "ROCKFELLER"
(1968-1969)
Capítulo 34
Direção:
Lima Duarte - 1 episódio
Walter Avancini - 302 episódios • 1968–1969
Bráulio Pedroso - 1 episódio
Eloy Araújo - 302 episódios • 1968–1969
Plínio Marcos - 302 episódios • 1968–1969
Montagem:
Walter Tasca
Designer de Produção:
Luigi Galvano
Figurinista:
Pedro Ivan
Alik Kostakis
Zezé Motta - Zezé
"A teledramaturgia brasileira se divide em duas fases: antes e depois de Beto Rockfeller, que representou um grande sucesso na época, inovando o estilo de se fazer telenovelas no país. Enquanto a superprodução era a arma da TV Excelsior - principal concorrente da TV Tupi, na época - para segurar a audiência, a Tupi apostava na linha iniciada em 1968, com a novela Antônio Maria, de Geraldo Vietri, no horário das sete. O processo de nacionalização das novelas brasileiras teve início em Beto Rockfeller, às 20 horas, abrindo caminho para um novo formato que passou a ser seguido pelas demais emissoras. A ideia inicial da telenovela surgiu de Cassiano Gabus Mendes, diretor artístico da Tupi, que procurou o dramaturgo Bráulio Pedroso, editor do caderno de literatura do Estadão, que logo aceitou o desafio. Os textos tiveram de ser adaptados por Lima Duarte, pois Bráulio escrevia peças de teatro e pouco entendia de televisão. Cassiano, Bráulio e Lima estavam por trás de uma trama simples, mas que mostrava uma nova proposta de trabalho para a televisão brasileira."
BETO "ROCKFELLER"
Eloy Araújo - 302 episódios • 1968–1969
Plínio Marcos - 302 episódios • 1968–1969
Montagem:
Walter Tasca
Designer de Produção:
Luigi Galvano
Pedro Ivan
Alik Kostakis
Elenco:
Alceu Nunes - Polidoro
Ana Rosa - Cida
Bete Mendes - Renata
Dalva Dias -
Débora Duarte - Lu
Eleonor Bruno - Dirce
Elias Gleizer - Self
Esther Mellinger - Tânia
Etty Fraser - Madame Walesca
Gésio Amadeu - Gésio
Heleno Prestes - Tavinho
Irene Ravache - Neide
Jaime Barcelos -
Jofre Soares - Pedro (as Joffre Soares)
Liana Duval - Brigite
Lima Duarte - Domingos (narração)
Luis Gustavo - Beto
Luis Gustavo - Beto
Luiz Américo - Tomás
Maria Della Costa - Maitê
Marilda Pedroso - Mila
Marília Pêra - Manoela
Marilu Martinelli -
Martha Overbeck -
Ney Latorraca -
Othon Bastos -
Pepita Rodríguez -
Plínio Marcos - Vitório
Rafael Loduca -
Renato Corte Real -
Rodrigo Santiago - Carlucho
Rui Resende - Saldanha
Walderez de Barros - Mercedes
Walter Forster - Otávio
Wladimir Nikolaief - Lavito
Yara Lins - Zezé Motta - Zezé
(1968-1969)
Capítulo 35
"Beto Rockfeller abandonava, então, a linha de atitudes dramáticas e artificiais que acompanhavam as telenovelas desde que o gênero havia conquistado o gosto nacional, quando foi possível adaptar o público às novas exigências, não apenas os diálogos, mas principalmente a estrutura da história, para ganhar mais proximidade com o público. Revolucionou até o modelo de interpretação dos atores e atrizes, que passou dos exagerados gestos dramáticos para um forma natural."
"Beto Rockfeller abandonava, então, a linha de atitudes dramáticas e artificiais que acompanhavam as telenovelas desde que o gênero havia conquistado o gosto nacional, quando foi possível adaptar o público às novas exigências, não apenas os diálogos, mas principalmente a estrutura da história, para ganhar mais proximidade com o público. Revolucionou até o modelo de interpretação dos atores e atrizes, que passou dos exagerados gestos dramáticos para um forma natural."
(1968-1969)
Capítulo 73
ANTÔNIO MARIA
(1968-1969)
Último Capítulo
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