contos e poesia no butekudu baitasar.
a humanidade solidária e amorosa construída com todos incluídos num outro mundo possível, por la vida... siempre!
li nas redes sociais: "se tua religião te faz odiar pessoas por qualquer razão, procura frequentar um buteku e paga os mesmos 10% ao garçom!", enfim... "descobri que a seu tempo vão me chorar e esquecer."
"Europa (Earth's Cry Heaven's Smile)" é um instrumental do álbum Amigos de Santana, escrito por Carlos Santana e Tom Coster. É uma das composições mais populares de Santana e alcançou o topo da parada de singles espanhola em julho de 1976.
Amigos do Santana Dance Sister Dance (Baila Mi Hermana)
Ah! Esse sax tenor... Santana & Gato Barbieri "Europa"
Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
Metamorfose Ambulante
Prefiro ser Essa metamorfose ambulante Eu prefiro ser Essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião Formada sobre tudo Do que ter aquela velha opinião Formada sobre tudo
Eu quero dizer Agora o oposto do que eu disse antes Eu prefiro ser Essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião Formada sobre tudo Do que ter aquela velha opinião Formada sobre tudo
Sobre o que é o amor Sobre o que eu nem sei quem sou
Se hoje eu sou estrela Amanhã já se apagou Se hoje eu te odeio Amanhã lhe tenho amor
Lhe tenho amor Lhe tenho horror Lhe faço amor Eu sou um ator
É chato chegar A um objetivo num instante Eu quero viver Nessa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião Formada sobre tudo Do que ter aquela velha opinião Formada sobre tudo
Sobre o que é o amor Sobre o que eu nem sei quem sou
Se hoje eu sou estrela Amanhã já se apagou Se hoje eu te odeio Amanhã lhe tenho amor
Lhe tenho amor Lhe tenho horror Lhe faço amor Eu sou um ator
Eu vou desdizer Aquilo tudo que eu lhe disse antes Eu prefiro ser Essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião Formada sobre tudo Do que ter aquela velha opinião Formada sobre tudo
Composição: Raul Seixas
Tente Outra Vez
Veja! Não diga que a canção Está perdida Tenha fé em Deus Tenha fé na vida Tente outra vez!
Beba! (Beba!) Pois a água viva Ainda tá na fonte (Tente outra vez!) Você tem dois pés Para cruzar a ponte Nada acabou! Não! Não! Não!
Oh! Oh! Oh! Oh! Tente! Levante sua mão sedenta E recomece a andar Não pense Que a cabeça aguenta Se você parar Não! Não! Não! Não! Não! Não!
Há uma voz que canta Uma voz que dança Uma voz que gira (Gira!) Bailando no ar Uh! Uh! Uh!
Queira! (Queira!) Basta ser sincero E desejar profundo Você será capaz De sacudir o mundo Vai! Tente outra vez! Humrum!
Tente! (Tente!) E não diga Que a vitória está perdida Se é de batalhas Que se vive a vida Han! Tente outra vez!
Composição: Paulo Coelho / Raul Seixas
Gita
- Eu que já andei pelos quatro cantos do mundo procurando, foi justamente num sonho que Ele me falou
Às vezes você me pergunta Por que é que eu sou tão calado Não falo de amor quase nada Nem fico sorrindo ao teu lado
Você pensa em mim toda hora Me come, me cospe, me deixa Talvez você não entenda Mas hoje eu vou lhe mostrar
Eu sou a luz das estrelas Eu sou a cor do luar Eu sou as coisas da vida Eu sou o medo de amar
Eu sou o medo do fraco A força da imaginação O blefe do jogador Eu sou, eu fui, eu vou
Gita! Gita! Gita! Gita! Gita!
Eu sou o seu sacrifício A placa de contra-mão O sangue no olhar do vampiro E as juras de maldição
Eu sou a vela que acende Eu sou a luz que se apaga Eu sou a beira do abismo Eu sou o tudo e o nada
Por que você me pergunta? Perguntas não vão lhe mostrar Que eu sou feito da terra Do fogo, da água e do ar
Você me tem todo dia Mas não sabe se é bom ou ruim Mas saiba que eu estou em você Mas você não está em mim.
Das telhas eu sou o telhado A pesca do pescador A letra A tem meu nome Dos sonhos eu sou o amor
Eu sou a dona de casa Nos pegue pagues do mundo Eu sou a mão do carrasco Sou raso, largo, profundo
Gita! Gita! Gita! Gita! Gita!
Eu sou a mosca da sopa E o dente do tubarão Eu sou os olhos do cego E a cegueira da visão
Eu! Mas eu sou o amargo da língua A mãe, o pai e o avô O filho que ainda não veio O início, o fim e o meio O início, o fim e o meio Eu sou o início O fim e o meio Eu sou o início O fim e o meio
Composição: Paulo Coelho / Raul Seixas
Ouro de tolo
Eu devia estar contente Porque eu tenho um emprego Sou um dito cidadão respeitável E ganho quatro mil cruzeiros Por mês
Eu devia agradecer ao Senhor Por ter tido sucesso Na vida como artista Eu devia estar feliz Porque consegui comprar Um Corcel 73
Eu devia estar alegre E satisfeito Por morar em Ipanema Depois de ter passado fome Por dois anos Aqui na Cidade Maravilhosa
Ah! Eu devia estar sorrindo E orgulhoso Por ter finalmente vencido na vida Mas eu acho isso uma grande piada E um tanto quanto perigosa
Eu devia estar contente Por ter conseguido Tudo o que eu quis Mas confesso abestalhado Que eu estou decepcionado
Porque foi tão fácil conseguir E agora eu me pergunto "E daí?" Eu tenho uma porção De coisas grandes pra conquistar E eu não posso ficar aí parado
Eu devia estar feliz pelo Senhor Ter me concedido o domingo Pra ir com a família No Jardim Zoológico Dar pipoca aos macacos
Ah! Mas que sujeito chato sou eu Que não acha nada engraçado Macaco, praia, carro Jornal, tobogã Eu acho tudo isso um saco
É você olhar no espelho Se sentir Um grandessíssimo idiota Saber que é humano Ridículo, limitado Que só usa dez por cento De sua cabeça animal
E você ainda acredita Que é um doutor Padre ou policial Que está contribuindo Com sua parte Para o nosso belo Quadro social
Eu é que não me sento No trono de um apartamento Com a boca escancarada Cheia de dentes Esperando a morte chegar
Porque longe das cercas Embandeiradas Que separam quintais No cume calmo Do meu olho que vê Assenta a sombra sonora De um disco voador
Ah! Eu é que não me sento No trono de um apartamento Com a boca escancarada Cheia de dentes Esperando a morte chegar
Porque longe das cercas Embandeiradas Que separam quintais No cume calmo Do meu olho que vê Assenta a sombra sonora De um disco voador