terça-feira, 25 de julho de 2017

Festival Chaplin - O Garoto

Charlie Chaplin- O Garoto (1921)











O Garoto

1921 ‧ Drama/Comédia dramática ‧ 1h 8m

Uma mãe abandona seu filho com um bilhete em uma limusine, mas o carro acaba sendo roubado e a criança é deixada em uma lata de lixo. Um vagabundo encontra o bebê e passa a cuidar dele. Cinco anos depois, a mulher tenta encontrar o filho perdido.

Data de lançamento: 6 de maio de 1921 (Brasil)
Direção: Charlie Chaplin
Roteiro: Charlie Chaplin
Companhia(s) produtora(s): First Nacional
Música composta por: Charlie Chaplin


Elenco 

Charlie Chaplin
Charlie

Jackie Coogan
The Kid

Edna Purviance
The Woman

Lita Grey


Henry Bergman
Professor Guido, Night S...





Smile - Charlie Chaplin

Smile

Charlie Chaplin




Sorria, embora seu coração esteja doendo
Esse é o tempo que você tem que continuar tentando






Este vídeo foi feito há algum tempo por chaplinsviolin, com a música composta por Charlie Chaplin na voz de Michael Jackson.




Sorria


Sorria, embora seu coração esteja doendo
Sorria, mesmo que ele esteja partido
Quando há nuvens no céu,
Você conseguirá...


Se você sorrir
Com seu medo e tristeza
Sorria e talvez amanhã
Você verá o sol brilhando para você


Ilumine seu rosto com alegria
Esconda qualquer traço de tristeza
Embora uma lágrima possa estar tão próxima
Esse é o tempo que você tem que continuar tentando
Sorria, o que adianta chorar?
Você descobrirá que a vida ainda continua
Se você apenas sorrir


Este é o momento que você tem que continuar tentando
Sorria, de que adianta chorar?
Você descobrirá que a vida ainda continua
Se você apenas sorrir



Composição: Charles Chaplin





Saxophone cover




David Sanborn




José C. Simões







segunda-feira, 24 de julho de 2017

histórias de avoinha: muntu agradecido...

mulheres descalças


muntu agradecido...
Ensaio 105B – 2ª edição 1ª reimpressão


baitasar



juntuia, um ou dois passo na frente, um ou dois passo pra tráis, às veiz apressado, otras nem tanto, com passada toda ou metade da passada, o pó subindo dum pretu taludo qui parecia sê a guarda do rabo de tatu, na sua função de dá ajuda pru moringue executá as ordem recebida. um pretu qui pensa nele e qué subí na confiança do moringue, sonhando com a carta da alforria. desejoso de sê dos pretu de lá pruqui os pretu de cá é tratado como carcaça desse tempo maldito. num era o punho qui segurava o rabo de tatu, mais podia sê o rabo de tatu, bastava recebê a ordem pra se usá como se rabo de tatu fosse. os punho do taludo podia batê mais forte e firme qui o rabo de tatu

tem desgraça qui mais desgraça fica

enquanto num recebia autoridade de capitão-do-mato apoiava o moringue e num permitia rebeldia contra a mão do rabo de tatu. isso se passa assim mesmo quando um luta pra sobrevivê num importa o preço e o otro hôme coloca na frente da bondade cheia de emoção a dureza do egoísmo sem medida. os dois junto era os passo da crueldade

Já vi os dois, gritô a baronesa

Não é coisa boa de ver, retrucô o barão

num dava pra sabê se eles juntuia pra removê o pretu da vida – caso fosse pra sê assim, ia sê assim – ou juntuia pra dá punição corretiva de revelação: o nosso siô tava ali entre eles e num ia admití nada ruim; e fugí é coisa ruim. num ia sê por carestia de exemplo e correção de má conduta qui a vontade do siô num ia sê cumprida

o mais aceito era devolvê com vida o pretu fujão pru dono, se com castigo ou sem castigo num era fácil de sabê. as coisa pra sê feita ia sê feita pelo moringue e tava presa no fiapo de compaixão do perseguidô

então, pode sê tudo isso, mais num na mesma cadeia de seguimento

Esse com a cabeça de moringue é um jovem militar caramuru. Gosta da estratégia da emboscada, observa os movimentos do fujão até se decidir pelo confronto direto, geralmente, quando já sabe que o inimigo não carrega arma de ataque ou defesa. Suas emboscadas nunca são bem contadas, dão margens a controvérsias que ninguém contesta enquanto lhe são favoráveis. Espera o fujão dormir os sentidos da prontidão para se lançar sobre o ferido de morte pela desatenção. Sabe que conta com a colaboração dos villeiros. Geralmente, desfere um ataque surpreendente e arrasador sobre os sonhos de liberdade do indefeso negro. O caramuru já está sendo contado e cantado como um herói lendário. Entre as autoridades mais influentes da Villa ele é mencionado como um grande homem destinado à nossa defesa e destruição do inimigo.

a baronesa mais a liberata escutô as palavra do barão com aperto no curação. um tormento de conversa qui só faz aumentá o pressentimento do perigo. o cerco das rua fazia avolumá a angústia. o curação tem veiz qui dispara; otras veiz, quase para. as chance do pretu escravizado qui virô fujão saí sem derramá o próprio sangue, mesmo com reza e ajuda da cavalaria, é menó qui a promessa dele tê alimento, forro de vestimenta, moradia pra vivê com saúde, aconchego, felicidade e satisfação como hôme escravizado

os grito das duas muié foi pru pretu seguí gingando agachado e se acudí namorando. fugí. corrê e corrê. namorá e namorá. povoá a villa

os grito num ia encontrá nehum escutadô disposto pra sacudí as memória doída da escravidão. e num tinha surpresa qui era assim, tudo uma desculpa pra tê divertimento; a villa, veiz qui otra, precisava tê movimentação pra esquecê o fim de mundo qui tava naquela lonjura. então, ficava viva entre os qui afirmava sê a villa qui tava no fim do mundo e os qui abonava qui o fim do mundo é a villa, mais tenho pra mim: um lugá qui proclama herói um covarde é um lugá qui se acha dono do mundo, Ninguém lhe escapa, puruguntô a baronesa

o barão num mexeu os sentido nem pra escondê nem pra mostrá o qui pensava, sabia qui as duas muié num havia de ficá contente com a resposta qui podia dá

A Villa se sustenta com o trabalho dos negros e vive em transe com a escravidão. Não aceita sair da posição deitada de costas sobre a senzala, o rebenque na mão e o punhal na outra. Tudo com um discreto sorriso e nenhuma gota de suor na testa.

a baronesa num mostrô nehum apetite com a resposta do barão

O siô meu esposo de faz-de-conta não respondeu minha pergunta. Na verdade, não queria uma resposta, mas um alento, voltô-se pra liberata e depois pru esposo, num queria creditá qui ele tinha mais fidelidade pra villa qui estima e respeito pra ela. num baixô a cabeça e num deixô ele escapá do seu oiá

Já sofreu uma ou outra perda desde que começou a correr atrás dos negros e assassinos. Gosta do ataque surpresa, parô as palavra qui já vinha saindo, achô meió dizê pela metade o qui podia sê dito, mais sabia qui precisava arrematá as palavra já dita, conhece a muié qui tá na sua frente, quando purugunta qué atendimento, não se faça pouco caso desse jovem caramuru. Quando é possível, ele mesmo aplica o castigo no escravo capturado: ele é polícia, juiz e torturador. Nestes casos, não vê necessidade de agir com prudência e moderação. Segundo suas próprias palavras: depois de estabelecida a vantagem é preciso arrasar para esmagar.

oiando da pedra, o abicu pareceu combiná com o barão qui num queria mentí nem assustá a baronesa, os dois pareceu tê acertado as palavra pra sê dita, o barão pra baronesa, o abicu pra liberata, O moringue caramuru parece ser muito perigoso para os negros. Vai correr atrás fazendo uso da emboscada e da traição.

as palavra dita acompanhô os dois perseguidô do fujão, o moringue mais o pretu ajudante. eles passô pelo tabulêro, logo atráis vinha o exército de fantasma pisando e destruindo tudo. as muié num teve tempo de tirá o tabulêro do caminho dos fantasma. as planta dos pé solado pisô com vontade e sem dó, pisô com propósito de pisá

um dos fantasma parô pra soltá o seu brasêro de ferro fundido pela boca, Cuidado, bruxa velha! Já voltamos! Bruxa boa é bruxa morta!

o muriquinhu abicu se virô sem susto, todo entesado acima da pedra infame, avistô liberata e puruguntô, Como tanta vida vira fantasma enquanto tem vida?

a vozearia qui se cruzava num parava de gritá. um exército qui num tem espritu e num tem dó carrega o diabo nas costa e lambe o chão, tá enganado quem credita qui fantasma é espritu... num é. fantasma é morto qui num é espritu purqui num qué ou purqui num pode. num esquece as lembrança da vida e vive morto, atormentado com as coisa ruim do egoísmo. fantasma é a vida qui morre sem morrê e num vira vida nem espritu

É o disfarce das coisa ruim da solidão, muriquinhu.

a villa tava no seu feitio mais agitado, mais num conseguia alívio pruqui num tinha bondade. num era gritaria da alegria o divertimento da caçada. o ódio se alastrava e cruzava dum jeito qui parecia num tê fim sobre o sangue e os sonho dos pretu escravizado. a villa podia num sabê ou fazê de conta qui num sabe, mais gritá assim num faz da villa um lugá feliz

o abicu perdeu das vista o pretu fujão, guiava sua prontidão pelos grito, Agarra o negro! Agarra!

os cão da rua, o rabo de tatu, as bengala, tudo no alcance do uso; os grito, os latido, o badalo do sino, tudo em uso

liberata largô de dá importância prus grito e firmô atenção na baronesa, as duas parecia resmungando uma pra otra, Pretu num chega sê véio, mais se chegá num vai vivê da saudade, Fico embaraçada, se obrigô respondê a baronesa, mas tenho muito ódio dos canalhas fingidos de justos e da sua caridade com migalhas, as duas muié tinha nas vista as ferida da carne-vida, Vosmecê precisa tirá essa malquerença do curação, a resistência da muié preta escravizada é sobrevivê pela manha, pela dança, pela força do corpo e dos espritu, nossa escôia num é resistí pelo ódio, É tudo tão injusto, Às veiz, a punição num vem pelo juiz.

as mãe num conseguia segurá os fiu em casa. os piá queria tá na caçada com a tropa do moringue. um exército de fantasma corria atráis da carcaça do pretu. um chamava otro pra cercá, acuá, cuspí e jogá terra no pretu. um exército com cuspe na boca, terra nas mão e ódio nas vista

Ei, moço...

o moço escutô, mais num deu siná de atrevimento pra oiá, continuô na espreita, Ei, moço...

a mesma voz repetiu o chamado do moço, sussurrando atenção, implorando um gesto, um sorriso, um oiá de bem-te-vi, Ei! Moço! Entra no quintal e vá até o fundo do terreiro...

os óio do moço arregalô bem mais qui achava qui podia vê, mais só dava conta de vê o qui escutava, Entra, moço...

ele entrô

num usô o portão, achô meió continuá agarrado no chão, passô no furo das tábua podre qui marcava o fim da rua e o começo das terra da casa. tava mais espiado qui morto antes do enforcamento, Ei, moço... entra. Pode entrar. Não para.

ele num parô

e pode o enforcado desviá do caminho inté a forca depois qui foi decidido qui a corda vai apertá no pescoço? num tem valentia qui faça pará os passo qui precisa sê dado pra forca. as força qui mata em nome de tudo num pode sê parada, O morto tem alguma palavra que não disse e quer dizer antes de ser feita a justiça dos homens em nome de Deus, essa é a purugunta qui é feita pru condenado. às veiz, é o pulícia carcerêro qui faz o último interrogatório; otras veiz, quando o condenado tem mais importância ou a maldade feita foi das mais braba, é o juiz qui aparece pru arremate. no exemplo da história qui tá se contando, qui já foi acontecida, mais qui na história ainda num se deu, é dito e desdito qui foi o siô padinhu qui teve a honra de oferecê pra villa as última palavrada do morto vivo

tem quem conta qui em otra das otras veiz, otro condenado com esticão no pescoço num foi escutado nas última coisa qui tinha pra dizê, as autoridade num deu importância pru enforcamento e nem a villa deu. apenas mais um morto vivo. uma autoridade esperô pela otra e ninguém puruguntô se acaso o vivo – já quase morto – tinha guardado as famosa derradêra palavra pra soltá. morreu com elas presa na goela e virô pó depois de sê comida de verme com as palavra presa no gargalo do pescoço

quando o moringue escutô o desconforto da plateia pelo descaso com o condenado, afinal, a villa tava reunida pra vê o divertimento todo, ele qui fazia guarda do enforcado, retrucô, E qual a importância das últimas palavras de um zumbi? e num teve purugunta. naquela veiz num teve purugunta, depois num mais aconteceu do condenado num tê tempo das despedida pública

as palavra do moringue foi desaprovada pelo restinho de lástima e misericórdia qui tava na villa. ele num desfez o dito, já qui no vê desumano dele num tinha nada pra sê desdito, mais ficô preocupado com sua posição de moringue e fez chegá nas pessoa da villa qui o dito por ele num foi dito como moringue, Falei o que disse apenas como villeiro, nas minhas palavras não estavam as intenções do moringue.

de qualqué jeito, o moringue qui a villa tem é o moringue qui a villa escôieu, cada villa tem o moringue qui merece, o feito num pode sê desfeito. é bão voltá pra história qui tá sendo contada: o enforcamento do josino. duvido qui foi o padinhu qui puruguntô sobre as última palavra do moribundo, mais foi quem foi, qui quase nada tem de importância, o condenado recebeu o adequado tempo de dizê as derradêra intenção ainda como vivo. as testemunha jura qui ele pediu ajuda de deus e disse uma praga pra obra qui ele ajudava subí, e agora, os vivo tirava ele dos vivo e atirava nos braço dos morto em nome da obra santa, Vô morrê pruqui sô escravizado, mais vô morrê inocente. A prova da minha inocência é qui a obra santa nunca vai ficá pronta enquanto aqueles qui acusa um inocente continuá vivo. Vô morrê pra virá assombração pruqui num tenho culpa pra tê arrependimento.

Ei, moço... caminha até as águas. A imundícia que tá no corpo do moço é muito fedida.

a visita parô os passo e procurô a dona daquela voz qui convidava dum jeito qui ele num podia se negá. na primêra veiz, procurô e num viu. apertô as vista e colocô mais atenção no rumo das palavra qui parecia chegá das água; otras veiz, aparentava tá na casa. inté qui viu o qui os óio escutô: a dona da voz qui parecia sê tão quente, muntu diferente das voz qui tava acostumado escutá: as voz de mandá e castigá

uma voz normal qui esperô toda vida pra escutá, Meu nome é Laetitia, mas também pode me chamar de Milagres. E o nome de vosmecê?

se ele tinha nome ele num lembra. pode sê qui sim ou pode sê qui num tinha pruqui faz muntu tempo qui num tinha vontade de dizê, num tinha pruqui falá, num tinha pruqui se dá nome pra sê conhecido

Vosmecê tem língua pra falar?

o visitante silencioso continuô o caminho sem dizê nem ai nem ui, num precisava oiá atráis pra vê as vista lhe vendo, examinando as dô. passô a cerca quebrada sem tocá nas ferida do cercado de pau e arame. dois desconjuntado: a cerca e ele

chegô no fim do aterramento da casa e começo do capinzal. foi se enfiando no capinzal inté ficá merguiado nas água do rio. parô quando tava com as água na altura do umbigo

afundô todo

demorava pra subí

num parecia querê voltá pra respirá

laetitia pensô qui ele podia tê virado em água. continuô oiando da janela, esperava ele desumí e voltá pra vida. o tempo de espera parece sê o tempo qui num passa. tava na espreita, parada no lugá avesso do vazio: um lugá entupido de gente sem dá importância, com a solidão na cara

laetitia pensô qui ele pode tê virado um boto, já ouviu munta história da mudança do hôme em boto pra enganá as moça. coisa de namoro e safadeza. pode inté tê tido encantamento, uma qui otra veiz, mais agora num era o caso, num tinha conhecimento de tê boto pretu

o desfecho arrematô a curiosidade quando o boto subiu das água como hôme e num era boto. subiu e afundô uma, duas, mais de cem veiz, inté os dedo ficá enrugado e com chêro de boto

o banho faz recuperá a esperança

Deixe esses trapos na água.

ele obedeceu e saiu das água como a vida sai da preta paridêra: nu de vestimenta, moiado, sem palavra pra dizê, arrepiado, sem tabaco, sem pinga, o saco da comida vazio, se parecia com uma raiz descabaçada adubando do chão as fôia da árvore da vida

mais um pretu qui com seu trabáio sustenta os dono de tudo

Nossa o moço é aformoseado, um pudim de chocolate, bondade da moça, o fujão mais parece um bicho xucro qui acabô de sê corrido de susto do alvoroço. ali, parado no quintal, a villa rugindo, o céu nevoento, aproximando uma borrasca de algumas horas, alguns dias, o frio intenso chegando sobre os bode, as cabra e o gado xucro, espaiando susto e alvoroço. num podia tá aformoseado

à noite, a iluminação dos lampião com azeite de baleia num ia alumiá o xucro fujão. é preciso sabê esperá

Coloca esse poncho, a muié preta de nome laetitia colocô aos bocado miudinho, nas mão do recém-nascido, um poncho branco com listras pardas feito no teá das preta escrava. muntu grossêro pra sê usado pelo branco era usado só pelos pretu e os índio. os pano mais limpo qui ele já usô, desde qui desceu do tumbêro sem a sua estêra de sentá e durumí

tava ali, em pé, num tinha onde fugí enquanto o dia num fosse durumí. nas mão tinha algumas pedrinha do fundo do rio, O que vosmecê vai fazer com essas pedras? Jogar em mim?

soltô as pedra, abriu os braço e curvôse sobre a muié. abriu-lhe as perna sem força e pediu permissão pra continuá a afundação do amô, colocô a sua natureza no vão das coxa inté as onda do afundamento trazê a fartura

E a língua continua no lugar ou já foi arrancada?

o hôme recém lavado num tirava os óio dos pé calçado da muié preta. ela tinha os pé pretu apoiado e protegido. subiu as vista na feitura cheia de buniteza da preta, era muntu miúda e cadêruda. reparô no aroma de chêro qui se largava da moça e alargava inté ele. as coisa boa da vida acordava a sua carcaça de pretu escravizado. pensô pedí pra preta caminhá um passo pra lá, otro pra cá, só queria vê sem medo e sem vergonha, repará na bunda qui mexia e remexia, só queria vivê

Muntu agradecido...





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