O ato democrático direto - depositar o seu voto na urna - de escolher o Diretor ou a Diretora nas escolas municipais de Porto Alegre, RS, trás mais que o simbolismo da liberdade de escutar, falar e decidir nas democracias.
Carrega consigo a vida prática do debate político didático e pedagógico das propostas dos candidatos e candidatas para o alcance visceral das comunidades escolares. Uma aprendizagem para outros momentos políticos. Reconhecer e distinguir discursos vazios das propostas que buscam a Totalidade da educação das crianças, jovens e adultos.
Negar ou interromper esse diálogo democrático de aprendizagem revela o autoritarismo preservado no caráter do prefeito e seu secretário de educação, uma confissão das suas impossibilidades de aceitar o contraditório.
Em Porto Alegre, o prefeito está negando - é mais que simplesmente negar, na verdade, ele está retirando esse Direito conquistado pela comunidade escolar das escolas municipais da Capital gaúcha, na década de 90, lá do século XX - esse direito democrático conquistado na Escola Cidadã.
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