contos e poesia no butekudu baitasar.
a humanidade solidária e amorosa construída com todos incluídos num outro mundo possível, por la vida... siempre!
li nas redes sociais: "se tua religião te faz odiar pessoas por qualquer razão, procura frequentar um buteku e paga os mesmos 10% ao garçom!", enfim... "descobri que a seu tempo vão me chorar e esquecer."
Tabaco, rumba y sabor Sueña los cueros, prende el tambor Eleguá, Eleguá Es un santo de verdad
PALO! "Al Monte". Canción escrita por Philbert Armenteros, Leslie Cartaya, Raymer Olalde y Steve Roitstein. Leslie Cartaya, voz principal; Philbert Armenteros, voz principal, congas, batá; Ed Calle, sax; Raymer Olalde, timbales; Steve Roitstein, teclados y arreglo. Producido por Steve Roitstein. Coproducido, grabado, mezclado y masterizado por Bobby Macuen. Co-masterizado por Phil Colodetti. Drum loop de Moises Linares. Video dirigido y editado por Ralf Gonzalez. Imagenes adicionales dirigida por Adrian Garcia. Fotografía adicional por Agape Lataillade. Look de Leslie Cartaya por Yas Gonzalez. Maquillaje por Milena Brene.
coro:
Al monte yo volveré, espérame allá en el bohió.
Yo quiero volver al monte donde nace mi camino (2x) Y llegar a mi destino guiada por el sinsonte (coro)
El sol en el horizonte y el olor de la guyaba (2x) Era lo que yo anhelaba, por eso me voy pa’l monte (coro)
Espérame en el bohió Donde el camino que te lleva al río Deja que te guíe el sol en el horizonte Y sabrás que te ha llegado al monte Escucha el canto del sinsonte Baila con la palma porque te sale del alma Porque el sentimiento de mi son es de manigua Ay voy, voy llegando al monte
Yo prendo una vela para mi Eleguá
Tiro los cocos a ver que me da Cuando yo quiero salir a bailar Siempre me protege Eleguá Yo llamo a mi Eleguá abuquenque Y él me responde abuquenque Viene que viene mi Eleguá Con su tambor en su batá
Eleguá, ni coco lo pilla, ni kuya ele te ba ala diqui Eleguá, aricupapauá, omobá de orisha es ¡Eleguá! Eleguá, Eleguá es un santo de verdad, Eleguá Abre y cierra los caminos, el dueño de mi destino En donde lo de la sabana y el monte, cuando lo llamo responde Eleguá, Eleguá, Eleguá que viene, Eleguá Eleguá tó, Eleguá tó aña, Eleguá Pa’rriba, pa’bajo, pa’trás se va, papá, Eleguá tó aña Eleguá, Eleguá es un santo de verdad, Eleguá Ya me responde abuquenque, Llegó Eleguá, nené Ay mi coco lo pilla Ana subáyo ma maneña Tabaco, rumba y sabor Sueña los cueros, prende el tambor Eleguá, Eleguá Es un santo de verdad
Esta canção não é mais que mais uma canção Te amo, te amo
Quem dera fosse uma declaração de amor Eternamente te amo
Romântica, sem procurar a justa forma Te amo, te amo
Do que lhe vem de forma assim tão caudalosa Eternamente te amo
Te amo, te amo Eternamente te amo
Esse é o FANTÁSTICO grupo vocal mineiro "A QUATRO VOZES", formado pelas irmãs Dora, Jurema e Jussara e sua sobrinha Thatiana, acompanhadas de um quarteto de instrumentistas e buscam fazer música popular brasileira de maneira apaixonada. A necessidade da música em suas vidas é herança da mãe, que cantarolava enquanto colhia café, no interior de Minas Gerais, encantando o coração do pai, então militar, que fazia guarda por perto. Com determinação e paixão buscaram oportunidades para expressar um trabalho, fruto de dedicação, estudo e pesquisa da cultura brasileira. De igrejas e manifestações populares, até que foram para SP, onde apresentaram em festivais e bares. Elas criaram um estilo próprio, onde a música é expressada com liberdade, interação e envolvimento social e com arranjos vocais trabalhados em quatro timbres. Desenvolvem um trabalho de resgate da MPB mesclando inúmeros elementos de uma forma muito original através de músicas que expressam o valor do indivíduo, dos sentimentos humanitários e da cultura brasileira originária das mesclas do branco, do negro e do índio. Nita Gomes
Esta canção não é mais que mais uma canção Quem dera fosse uma declaração de amor Romântica, sem procurar a justa forma Do que lhe vem de forma assim tão caudalosa
Te amo, te amo Eternamente te amo
Se me faltares, nem por isso eu morro Se é pra morrer, quero morrer contigo Minha solidão se sente acompanhada Por isso às vezes sei que necessito
Te amo, te amo Eternamente te amo Quando te vi, eu bem que estava certo De que me sentiria descoberto A minha pele vais despindo aos poucos Me abres o peito quando me acumulas
Te amo, te amo Eternamente te amo
Se alguma vez me sinto derrotado Eu abro mão do sol de cada dia Rezando o credo que tu me ensinaste Olho teu rosto e digo à ventania Yolanda, Yolanda, eternamente Yolanda