Djavan Caetano Viana (Maceió, 27 de janeiro de 1949)
assombração da luz,
tocando a manhã
dedilha um violão triste
um sax refogado
ilusão,
peso de solidão
vigia o peito
sentinela do mundo
vento soprou
rajadas tortas,
dança invisível,
e a paixão surgia como fera
tubarão
o silêncio
E no fim,
castelo de areia
desfeito com elegância,
grãos que o mar leva.
Açaí - Djavan (1986)
Djavan no festival "Jazzvision Made in America" em 1986 em Los Angeles.
Voz: Djavan Caetano Viana
Banda Sururu de Capote:
Sax Soprano: Zé Nogueira
Tenor: Widor Santiago
Trompete: Nelson Henrique
Trombone: Jorge Simões
Percussão: Armando Marçal
Baixo: Sizão Machado
Bateria: Theo Lima
Teclados: Hugo Fatoruzo.
Solidão de manhã
Poeira tomando assento
Rajada de vento
Som de assombração
Coração, sangrando toda palavra sã
A paixão, puro afã
Místico clã de sereia
Castelo de areia
Ira de tubarão, ilusão
O sol brilha por si
Açaí, guardiã
Zum de besouro, um ímã
Branca é a tez da manhã
Açaí, guardiã
Zum de besouro, um ímã
Branca é a tez da manhã
Açaí, guardiã
Zum de besouro, um ímã
Branca é a tez da manhã
Açaí, guardiã
Zum de besouro, um ímã
Branca é a tez da manhã
Solidão de manhã
Poeira tomando assento
Rajada de vento
Som de assombração
Coração, sangrando toda palavra sã
La pasión, puro afã
Místico clã de sereia
Castelo de areia
Ira de tubarão, ilusão
O sol brilha por si
Açaí, guardiã
Zum de besouro, um ímã
Branca é a tez da manhã
Açaí, guardiã
Zum de besouro, um ímã
Branca é a tez da manhã
Açaí, guardiã
Zum de besouro, um ímã
Branca é a tez da manhã
Açaí, guardiã
Zum de besouro, um ímã
Branca é a tez da manhã...
Açaí - Gal Costa e Djavan
Gal Costa e Djavan cantam "Açaí" em 1982.
Djavan, Chico Buarque e Gal Costa - Nuvem Negra
"Chico parece sempre mais encantado de estar presente e assistir os outros do que de participar propriamente." "A voz da Gal é surreal, e a capacidade lírica do Djavan e do Chico Buarque é impressionante. Três dos maiores gênios das gerações de sempre."
Não adianta me ver sorrir, espelho meu
Meu riso é seu
E eu estou ilhada
Hoje não ligo a TV nem mesmo pra ver o Jô
Não vou sair, se ligarem não estou
À manhã que vem nem bom dia eu vou dar
Se chegar alguém
A me pedir um favor eu não sei
Tá difícil ser eu sem reclamar de tudo
Passa nuvem negra, larga o dia
E vê se leva o mal que me arrasou
Pra que não faça sofrer mais ninguém
Esse amor que é raro
E é preciso
Pra nos levantar me derrubou
Não sabe parar de crescer e doer
Passa nuvem negra, larga o dia
E vê se leva o mal que me arrasou
Pra que não faça sofrer mais ninguém
Esse amor que é raro
E é preciso
Pra nos levantar me derrubou
Não sabe parar de crescer e doer
Não adianta me ver sorrir, espelho meu
Meu riso é seu
Eu estou ilhada
Hoje não ligo a TV nem mesmo pra ver o Jô
Não vou sair, se ligarem não estou
À manhã que vem nem bom dia eu vou dar
Se chegar alguém
A me pedir um favor eu não sei
Tá difícil ser eu sem reclamar de tudo
Passa nuvem negra, larga o dia
E vê se leva o mal que me arrasou
Pra que não faça sofrer mais ninguém
Esse amor que é raro
E é preciso
Pra nos levantar me derrubou
Não sabe parar de crescer e doer
Passa nuvem negra, larga o dia
E vê se leva o mal que me arrasou
Pra que não faça sofrer mais ninguém
Esse amor que é raro
E é preciso
Pra nos levantar me derrubou
Não sabe parar de crescer e doer
Composição: Djavan
O segundo Sol / Anunciação / Disparada / Apesar de você / O Bêbado e a Equilibrista / Sozinho / Verdade chinesa /
Banda Sururu de Capote:
Sax Soprano: Zé Nogueira
Tenor: Widor Santiago
Trompete: Nelson Henrique
Trombone: Jorge Simões
Percussão: Armando Marçal
Baixo: Sizão Machado
Bateria: Theo Lima
Teclados: Hugo Fatoruzo.
Solidão de manhã
Poeira tomando assento
Rajada de vento
Som de assombração
Coração, sangrando toda palavra sã
A paixão, puro afã
Místico clã de sereia
Castelo de areia
Ira de tubarão, ilusão
O sol brilha por si
Açaí, guardiã
Zum de besouro, um ímã
Branca é a tez da manhã
Açaí, guardiã
Zum de besouro, um ímã
Branca é a tez da manhã
Açaí, guardiã
Zum de besouro, um ímã
Branca é a tez da manhã
Açaí, guardiã
Zum de besouro, um ímã
Branca é a tez da manhã
Solidão de manhã
Poeira tomando assento
Rajada de vento
Som de assombração
Coração, sangrando toda palavra sã
La pasión, puro afã
Místico clã de sereia
Castelo de areia
Ira de tubarão, ilusão
O sol brilha por si
Açaí, guardiã
Zum de besouro, um ímã
Branca é a tez da manhã
Açaí, guardiã
Zum de besouro, um ímã
Branca é a tez da manhã
Açaí, guardiã
Zum de besouro, um ímã
Branca é a tez da manhã
Açaí, guardiã
Zum de besouro, um ímã
Branca é a tez da manhã...
Açaí - Gal Costa e Djavan
Gal Costa e Djavan cantam "Açaí" em 1982.
Djavan, Chico Buarque e Gal Costa - Nuvem Negra
"Chico parece sempre mais encantado de estar presente e assistir os outros do que de participar propriamente." "A voz da Gal é surreal, e a capacidade lírica do Djavan e do Chico Buarque é impressionante. Três dos maiores gênios das gerações de sempre."
Não adianta me ver sorrir, espelho meu
Meu riso é seu
E eu estou ilhada
Hoje não ligo a TV nem mesmo pra ver o Jô
Não vou sair, se ligarem não estou
À manhã que vem nem bom dia eu vou dar
Se chegar alguém
A me pedir um favor eu não sei
Tá difícil ser eu sem reclamar de tudo
Passa nuvem negra, larga o dia
E vê se leva o mal que me arrasou
Pra que não faça sofrer mais ninguém
Esse amor que é raro
E é preciso
Pra nos levantar me derrubou
Não sabe parar de crescer e doer
Passa nuvem negra, larga o dia
E vê se leva o mal que me arrasou
Pra que não faça sofrer mais ninguém
Esse amor que é raro
E é preciso
Pra nos levantar me derrubou
Não sabe parar de crescer e doer
Não adianta me ver sorrir, espelho meu
Meu riso é seu
Eu estou ilhada
Hoje não ligo a TV nem mesmo pra ver o Jô
Não vou sair, se ligarem não estou
À manhã que vem nem bom dia eu vou dar
Se chegar alguém
A me pedir um favor eu não sei
Tá difícil ser eu sem reclamar de tudo
Passa nuvem negra, larga o dia
E vê se leva o mal que me arrasou
Pra que não faça sofrer mais ninguém
Esse amor que é raro
E é preciso
Pra nos levantar me derrubou
Não sabe parar de crescer e doer
Passa nuvem negra, larga o dia
E vê se leva o mal que me arrasou
Pra que não faça sofrer mais ninguém
Esse amor que é raro
E é preciso
Pra nos levantar me derrubou
Não sabe parar de crescer e doer
Composição: Djavan
______________
Mais MPB:
Era uma vez / Trem bala / Sutilmente / Querelas do Brasil / Eu te devoro / Lanterna dos afogados /O segundo Sol / Anunciação / Disparada / Apesar de você / O Bêbado e a Equilibrista / Sozinho / Verdade chinesa /
Pra rua me levar / Pra não dizer que não falei das flores / Apenas um rapaz latino-americano / Eu te amo /
Canção da América / Vento bravo / Do Fundo do Meu Coração / Dona / A Carne / Meu abrigo / Clube da Esquina /
O Que Foi Feito Devera (De Vera) / Sentado à Beira do Caminho / Maria Fumaça / Ainda Bem / Amor I love you /
Lindo lago do amor / Morte e Vida Severina / Eu e a Brisa / Mama África / Somos iguais / Novo mundo /
Quando O Amor Acontece / Aos Nossos Filhos / Só Hoje / Mal Secreto / Paralelas / Toada (Na Direção do Dia) /
O Mestre Sala dos Mares / Boca de sapo / O Ouro e a Madeira / Pra dizer adeus / Açaí /
Nenhum comentário:
Postar um comentário