- (Ao Vivo)
uma canção de João Bosco lançada em 1986, conhecida por sua letra poética e melodia envolvente, "Coração sem perdão / Diga, fale por mim / Quem roubou toda a minha alegria? / O amor me pegou, me pegou / Pra valer".
Coração sem perdão
Diga, fale por mim
Quem roubou toda a minha alegria?
O amor me pegou, me pegou
Pra valer
Aí que a dor do querer
Muda o tempo e a maré
Vendaval sobre o mar azul
Tantas vezes chorei
Quase desesperei
E jurei nunca mais seus carinhos
Ninguém tira do amor, ninguém tira
Pois é
Nem doutor nem pajé
O que queima e seduz, enlouquece
O veneno da mulher
O amor quando acontece
A gente esquece logo
Que sofreu um dia
Ilusão
O meu coração marcado
Tinha um nome tatuado
Que ainda doía
Pulsava só a solidão
O amor quando acontece
A gente esquece logo
Que sofreu um dia
Esquece sim
Quem mandou chegar tão perto
Se era certo um outro engano
Coração cigano
Agora eu choro assim
O amor quando acontece
A gente esquece logo
Que sofreu um dia
Esquece sim
Quem mandou chegar tão perto
Se era certo um outro engano
Coração cigano
Agora eu choro assim
Memória Da Pele
Corsário
Arnaldo Antunes: “Rubras cascatas / Jorravam das costas dos santos entre cantos e chibatas”, quando morre o autor de um verso como esse, entre tantos outros memoráveis, só nos resta chorar e reverenciar. “Glória a todas as lutas inglórias”. Viva Aldir Blanc! Mais uma das 700 mil mortes do genocídio da pandemia...
uma canção de João Bosco lançada em 1986, conhecida por sua letra poética e melodia envolvente, "Coração sem perdão / Diga, fale por mim / Quem roubou toda a minha alegria? / O amor me pegou, me pegou / Pra valer".
Coração sem perdão
Diga, fale por mim
Quem roubou toda a minha alegria?
O amor me pegou, me pegou
Pra valer
Aí que a dor do querer
Muda o tempo e a maré
Vendaval sobre o mar azul
Tantas vezes chorei
Quase desesperei
E jurei nunca mais seus carinhos
Ninguém tira do amor, ninguém tira
Pois é
Nem doutor nem pajé
O que queima e seduz, enlouquece
O veneno da mulher
O amor quando acontece
A gente esquece logo
Que sofreu um dia
Ilusão
O meu coração marcado
Tinha um nome tatuado
Que ainda doía
Pulsava só a solidão
O amor quando acontece
A gente esquece logo
Que sofreu um dia
Esquece sim
Quem mandou chegar tão perto
Se era certo um outro engano
Coração cigano
Agora eu choro assim
O amor quando acontece
A gente esquece logo
Que sofreu um dia
Esquece sim
Quem mandou chegar tão perto
Se era certo um outro engano
Coração cigano
Agora eu choro assim
Memória Da Pele
Corsário
Arnaldo Antunes: “Rubras cascatas / Jorravam das costas dos santos entre cantos e chibatas”, quando morre o autor de um verso como esse, entre tantos outros memoráveis, só nos resta chorar e reverenciar. “Glória a todas as lutas inglórias”. Viva Aldir Blanc! Mais uma das 700 mil mortes do genocídio da pandemia...
O Bêbado e o Equilibrista
Elis Regina transformou uma música em hino de resistência. Mas o que Winnicott, Henfil e Chaplin têm a ver com isso? utilizo o equilibrista no título por utilizar o texto de Winnicott, no caso o equilibrista é o Winnicott
Em 1979, no álbum "Essa Mulher", Elis Regina gravou "O Bêbado e a Equilibrista" — composição de João Bosco e Aldir Blanc. A música virou símbolo da luta pela Lei da Anistia e pelo fim da ditadura militar brasileira. Mas por quê essa música tocou tão fundo? O que ela ativou nas pessoas?
CAPÍTULOS
───────────────────────────
0:00 — Natal de 1977: Charles Chaplin morre no Rio
0:20 — "Caía a tarde feito um viaduto" — a música começa
1:00 — João Bosco, Aldir Blanc e a censura
2:10 — Henfil e o irmão exilado
3:01 — A mesa de mata-borrão e o que foi escrito nela
4:00 — O equilibrista: quem é esse personagem?
5:30 — Winnicott e o espaço entre a dor e a esperança
7:30 — As Marias e as Clarices que seguraram o país
9:30 — Betinho, a Lei da Anistia e o que sobrou
Em 1979, no álbum "Essa Mulher", Elis Regina gravou "O Bêbado e a Equilibrista" — composição de João Bosco e Aldir Blanc. A música virou símbolo da luta pela Lei da Anistia e pelo fim da ditadura militar brasileira. Mas por quê essa música tocou tão fundo? O que ela ativou nas pessoas?
CAPÍTULOS
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0:00 — Natal de 1977: Charles Chaplin morre no Rio
0:20 — "Caía a tarde feito um viaduto" — a música começa
1:00 — João Bosco, Aldir Blanc e a censura
2:10 — Henfil e o irmão exilado
3:01 — A mesa de mata-borrão e o que foi escrito nela
4:00 — O equilibrista: quem é esse personagem?
5:30 — Winnicott e o espaço entre a dor e a esperança
7:30 — As Marias e as Clarices que seguraram o país
9:30 — Betinho, a Lei da Anistia e o que sobrou
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▸ "O Bêbado e o Equilibrista" — João Bosco e Aldir Blanc (1979)
▸ Álbum "Essa Mulher" — Elis Regina (1979)
▸ D.W. Winnicott — "O Espaço Potencial"
▸ Henfil — cartunista, irmão de Betinho
▸ Herbert de Souza (Betinho) — exilado político, fundador da Ação da Cidadania
▸ Lei da Anistia — Brasil, 1979
O que faz um ser humano resistir em vez de desistir?
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Mais MPB:
Era uma vez / Trem bala / Sutilmente / Querelas do Brasil / Eu te devoro / Lanterna dos afogados /O segundo Sol / Anunciação / Disparada / Apesar de você / O Bêbado e a Equilibrista / Sozinho / Verdade chinesa /
Pra rua me levar / Pra não dizer que não falei das flores / Apenas um rapaz latino-americano / Eu te amo /
Canção da América / Vento bravo / Do Fundo do Meu Coração / Dona / A Carne / Meu abrigo / Clube da Esquina /
O Que Foi Feito Devera (De Vera) / Sentado à Beira do Caminho / Maria Fumaça / Ainda Bem / Amor I love you /
Lindo lago do amor / Morte e Vida Severina / Eu e a Brisa / Mama África / Somos iguais / Novo mundo /
Quando O Amor Acontece /
___________________sempre tem um jeito diferente no detalhe...
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