Os alquimistas da bola
já passaram por aqui
eu vi eles chegando
Os alquimistas da bola
já passaram por aqui
discretos e silenciosos
Agora moram bem longe
muito longe dos gramados
esuascadeirasnumeradas
torcidasorganizadas
camarotescomwhiskyechampanhe
pessoasqueevitamqualquerrelaçãocompessoas
desde a trituração, a fixação
a destilação e a coagulação
a destilação e a coagulação
esse temperamento sórdido
Fio Maravilha faz mais um pra gente vê
os alquimistas estão chegando
Oh, oh, oh, ohOh, oh, oh, ohOh, oh, oh, oh
Os alquimistas
Estão chegando
Estão chegando
Os alquimistas
Oh, oh, oh, ohOh, oh, oh, ohÊ, ê, ê, ê
Eles são discretos
E silenciosos
Moram bem longe dos homens
Escolhem com carinho
A hora e o tempo
Do seu precioso trabalho
São pacientes, assíduosE perseverantesExecutamSegundo as regras herméticasDesde a trituração, a fixaçãoA destilação e a coagulação
Trazem consigo, cadinhosVasos de vidroPotes de louçaTodos bem e iluminadosEvitam qualquer relaçãoCom pessoasDe temperamento sórdido
De temperamento sórdido
Ê, ê, ê, êÊ, ê, ê, ê
Os alquimistas
Estão chegando
Estão chegando
Os alquimistas
Oh, oh, oh, ohOh, oh, oh, ohOh, oh, oh, ohOh, oh, oh, oh
Jorge Ben Jor
- Por Causa de Você, Menina / Chove Chuva / Mas que nada
"O apelido virou "Fio Maravilha", após marcar o gol da vitória (1–0) da equipe carioca contra o Benfica, de Portugal. Foi homenageado pelo cantor Jorge Ben Jor com a canção homônima, grande sucesso nacional, vencedora do Festival Internacional da Canção de 1972 (na voz de Maria Alcina), que narra o feito contra a equipe portuguesa: "Tabelou, driblou dois zagueiros/ Deu um toque driblou o goleiro/ Só não entrou com bola e tudo/ Porque teve humildade em gol". O gol "de anjo, um verdadeiro gol de placa", segundo Jorge Ben, aos 33 da segunda etapa e visto por 44 mil pessoas no Maracanã, ocorreu em 15 de janeiro de 1972 (4 dias antes de completar 27 anos), pelo Torneio Internacional do Rio de Janeiro, vencido pelo Flamengo, após essa vitória contra o time lusitano e outra sobre o Vasco da Gama (também por 1–0, mas com gol de Paulo César Cajú; Fio entrou no lugar de Caio Cambalhota). Pedido pela torcida, Zagallo o colocou no segundo tempo, após Arílson se machucar em dividida com o zagueiro Malta. Os dois zagueiros citados no hit eram o beque Messias e o lateral Artur; o goleiro era José Henrique, o “Zé Gato”; e a tabela foi feita com Rogério Hetmanek. Não existem gravações do lance. Detalhe que o contrato dele com o clube já havia expirado fazia 15 dias, que o renovou em razão do golaço."
Fio Maravilha explica problema com Jorge Ben Jor
E novamente ele chegou com inspiração
Com muito amor, com emoção, com explosão, um gol
Sacudindo a torcida aos trinta e três minutos do segundo tempo
Depois de fazer uma jogada celestial, um gol
Tabelou, driblou dois zagueiros
Deu um toque, driblou o goleiro
Só não entrou com bola e tudo porque teve humildade, um gol
Foi um gol de classe
Onde ele mostrou sua malícia e sua raça
Foi um gol de anjo, um verdadeiro gol de placa
E que a galera agradecida assim cantava
Foi um gol de anjo, um verdadeiro gol de placa
E que a galera agradecida assim cantava
Fio Maravilha, nós gostamos de você
Fio Maravilha, faz mais um pra gente vê
Fio Maravilha, nós gostamos de você
Fio Maravilha, faz mais um pra gente vê
Fio Maravilha, nós gostamos de você
Fio Maravilha, faz mais um pra gente vê
o ano é 1972Maria Alcina - Fio Maravilha (VII Festival Internacional da Canção)
- na TV Espanhola
Jorge Ben Jor
- MPB Especial 1972
"O apelido virou "Fio Maravilha", após marcar o gol da vitória (1–0) da equipe carioca contra o Benfica, de Portugal. Foi homenageado pelo cantor Jorge Ben Jor com a canção homônima, grande sucesso nacional, vencedora do Festival Internacional da Canção de 1972 (na voz de Maria Alcina), que narra o feito contra a equipe portuguesa: "Tabelou, driblou dois zagueiros/ Deu um toque driblou o goleiro/ Só não entrou com bola e tudo/ Porque teve humildade em gol". O gol "de anjo, um verdadeiro gol de placa", segundo Jorge Ben, aos 33 da segunda etapa e visto por 44 mil pessoas no Maracanã, ocorreu em 15 de janeiro de 1972 (4 dias antes de completar 27 anos), pelo Torneio Internacional do Rio de Janeiro, vencido pelo Flamengo, após essa vitória contra o time lusitano e outra sobre o Vasco da Gama (também por 1–0, mas com gol de Paulo César Cajú; Fio entrou no lugar de Caio Cambalhota). Pedido pela torcida, Zagallo o colocou no segundo tempo, após Arílson se machucar em dividida com o zagueiro Malta. Os dois zagueiros citados no hit eram o beque Messias e o lateral Artur; o goleiro era José Henrique, o “Zé Gato”; e a tabela foi feita com Rogério Hetmanek. Não existem gravações do lance. Detalhe que o contrato dele com o clube já havia expirado fazia 15 dias, que o renovou em razão do golaço."
Fio Maravilha explica problema com Jorge Ben Jor
Fio Maravilha:
A história do gol que virou música
E novamente ele chegou com inspiração
Com muito amor, com emoção, com explosão, um gol
Sacudindo a torcida aos trinta e três minutos do segundo tempo
Depois de fazer uma jogada celestial, um gol
Tabelou, driblou dois zagueiros
Deu um toque, driblou o goleiro
Só não entrou com bola e tudo porque teve humildade, um gol
Foi um gol de classe
Onde ele mostrou sua malícia e sua raça
Foi um gol de anjo, um verdadeiro gol de placa
E que a galera agradecida assim cantava
Foi um gol de anjo, um verdadeiro gol de placa
E que a galera agradecida assim cantava
Fio Maravilha, nós gostamos de você
Fio Maravilha, faz mais um pra gente vê
Fio Maravilha, nós gostamos de você
Fio Maravilha, faz mais um pra gente vê
Fio Maravilha, nós gostamos de você
Fio Maravilha, faz mais um pra gente vê
o ano é 1972
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